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11 outubro 2013

Livro para Contrato de Leitura (e de acesso ao Concurso Nacional de Leitura)

De acordo com o que havíamos visto em aula, foram já encomendados alguns exemplares do livro, para os primeiros interessados, garantindo que não há falhas e que receberemos a tempo.
Se depois houver mais leitores a querer, renova-se o pedido.







O premiado jornalista  e escritor RUI CARDOSO MARTINS
virá à escola ouvir as vossas leituras e opiniões, conversar connosco e autografar o livro


"Durante uma grande enxurrada em Lisboa, um homem - cego desde os 8 anos, advogado - cai numa caixa de esgoto aberta, situada junto da igreja de S. Sebastião da Pedreira. Na mesma altura, um escuteiro que regressava de uma actividade na mesma igreja é também arrastado para o mesmo esgoto.
É a viagem de ambos, através de uma Lisboa subterrânea, enquanto cá fora são tomadas todas as medidas para os salvarem, que o autor nos conta neste segundo livro. Mas é também a entreajuda, a cumplicidade entre o cego e a criança, naquela terrível aventura.
Pelo meio, as histórias de um ilusionista - Seripe de nome artístico, na realidade Pires ao contrário -, as recordações do homem cego do tempo antes de aquilo acontecer, a história de um camaleão que não acertava com a cor, e tantas outras tornam a leitura deste livro extremamente aliciante."
Deixem Passar o Homem Invisível de Rui Cardoso Martins
O escritor Rui Cardoso Martins (n. 1967) foi criador e autor do programa satírico Contra-Informação. Argumentista das Produções Fictícias, e um dos autores de Conversa da Treta (para rádio, televisão e teatro), foi também argumentista de filmes. Como jornalista, a crónica que assina no Público é das mais antigas da imprensa portuguesa, e conta com dois prémios Gazeta de Jornalismo. Como repórter cobriu, entre outros acontecimentos, o cerco de Sarajevo e Mostar, na Guerra da Bósnia, e as primeiras eleições livres na África do Sul.
LIVROS
E se eu gostasse muito de morrer
Deixem passar o homem invisível
Se fosse fácil era para os outros

10 outubro 2013

Nobel da Literatura

Prémio Nobel da Literatura 2013 distingue a canadiana
Alice Munro

 
Alice Munro (ao centro) é a vencedora do prémio Nobel da Literatura 2013, hoje anunciado em Estocolmo, no aniversário da morte de Alfred Nobel, industrial e filantropo sueco que o instituiu.
 
 
 
Livros de Alice Munro
 
O Amor de uma Bela Mulher
Demasiada Felicidade 
Fugas
Ódio, Amizade, Namoro, Amor, Casamento
 
A escritora Alice Munro nasceu em Wingham, no Canadá, e lançou seu primeiro livro quando tinha apenas 19 anos de idade
 
 

Nobel da Física 2013

O belga François Englert e o britânico Peter Higgs, dois dos físicos teóricos que, há cerca de 50 anos, postularam a existência de uma partícula elementar que confere massa a todas as outras

Nobel da Física de 2013 para o bosão de Higgs
 
 

 
“O prémio deste ano é sobre algo que é pequeno, mas faz toda a diferença. A Academia Real Sueca de Ciências decidiu atribuir o Prémio Nobel da Física 2013 ao professor François Englert da Universidade Livre de Bruxelas, Bélgica, e ao professor Peter Higgs da Universidade de Edimburgo, Reino Unido”

 

04 outubro 2013

Análise do discurso de Obama


 





  Análise do Discurso de Barack Obama
Introdução
 Obama dirige-se aos alunos no início do ano letivo de forma a incentivar os mesmos ao estudo.

 Para cativar logo de início o auditório e para estabelecer uma relação de proximidade Obama dá o seu exemplo pessoal relativamente à iniciação do ano letivo onde refere como também a ele lhe custara acordar cedo.


Tema
 Educação a nível escolar; novo ano letivo.

Tese
 Cada aluno é responsável pelo seu percurso escolar

Ideias Centrais
  Cada pessoa é boa nalguma coisa, todos possuem um talento.

  O futuro dos alunos contribui não só para si mesmos mas também para o país.

  O sucesso é por vezes difícil de alcançar porém nunca devemos desistir dos nossos objetivos.

Argumentos

1ºargumento
 Obama refere que cada estudante é bom nalguma coisa e só com esforço, dedicação e estudo pode descobri-lo. 

 Seguido deste argumento encontra-se uma enumeração que reforça o argumento ‘‘Talvez tenham capacidade de ser bons escritores (...) Talvez sejam pessoas inovadoras ou inventores (...) Talvez possam vir a ser mayors ou senadores, ou juízes do Supremo tribunal’’.

 Estamos perante um argumento universal.

2ºargumento
 O esforço e dedicação de cada aluno contribuirá não só para a sua realização pessoal e para o seu próprio bem e da sua família, mas também para o desenvolvimento do país. A história da América foi caraterizada pelos que nunca desistiram.

Contra-argumento
 O orador contra-argumenta recorrendo às dificuldades sentidas ao longo do seu percurso escolar, da influência que certos problemas pessoais podem ter na vida escolar. Para fortalecer a contra-argumentação Obama dá o seu exemplo pessoal.

Refutação
  Obama refuta este contra-argumento afirmando que nenhum problema serve de desculpa para a falta de estudo, e que as circunstâncias da vida não justificam o insucesso escolar, dando como exemplo a história de 3 jovens que mesmo com más circunstâncias da vida seguiram em frente e são alguém do qual se pode orgulhar.

 3ºargumento
 É necessário que os estudantes estabeleçam objetivos em relação aos estudos.

Contra-argumento
 Obama refere que por vezes a televisão é um meio de comunicação ilusório onde o sucesso parece ser fácil de alcançar.

Refutação
 Obama refuta este argumento afirmando que o sucesso é difícil de ser obtido, e que muitas vezes os nossos objetivos nunca vão ser concretizados à 1ª tentativa, é importante não desistir. E exemplos reais disso são o jogador Michael Jordon e a autora Da saga Harry Potter.

 Desafios
 Obama desafia os alunos a estudarem mais, a questionarem as suas dúvidas, a nunca desistirem e a evoluírem como pessoas de modo a contribuírem para o desenvolvimento do país.

 Apelo Final
 Obama também está a trabalhar pata que os alunos tenham um melhor ambiente escolar e por isso, este espera que os alunos não desapontem as famílias, e o país.

 Caraterísticas no Discurso de Obama 

    O uso da enumeração.

    Utilização de argumentos por experiência.

    Utilização de argumentos universais.

 

Conclusão
   O discurso de Obama carateriza-se pela excelência da argumentação e pelo facto de estar bem estruturado, tendo a ‘mensagem’ chegado aos alunos da melhor maneira, de tal forma que o seu discurso foi e é estudo por muitos alunos a nível mundial.

 
Trabalho realizado por:

  Adriana Adão | Bernardo Espirito Santo | Gabriel Lucas | Joana Reis |Tiago Casaleiro

Outra análise do discurso de B.O.










Análise de discurso argumentativo

                             












Argumentos, refutação, contrargumentos...

Introdução
Obama no início do discurso procura criar cumplicidade e seduzir o auditório referindo-se ao sacrifício que fazia para estudar, à falta de recursos financeiros; «Também conheço essa sensação»; «Foi por isso que ela decidiu dar-me ela própria umas lições extra, segunda a sexta-feira, às 4h30 da manhã.»; mostra ainda a sua compreensão perante o facto de as férias dos alunos terem terminado e estes se encontrarem de regresso às aulas. «Mas, estejam em que ano estiverem, muitos devem ter pena por as férias de Verão terem acabado e já não poderem ficar até mais tarde na cama.»
Tema: Educação e o que se espera de cada aluno no novo ano lectivo.
Tese: Responsabilidade de cada aluno na sua educação. A tese volta a ser retomada de novo «É por isso que hoje me dirijo a cada um de vocês para que estabeleça os seus próprios objectivos para os seus estudos, e para que faça tudo o que for preciso para os alcançar.»
Linhas de força/ideias centrais
Responsabilidade: Uma das ideias fortes que Obama transmitiu foi a capacidade de assumir a responsabilidade pelos estudos e o esforço por alcançar os objectivos de cada um. Refere claramente que escolham o que escolherem fazer na vida, não será possível a não ser que estudem e que é essencial estabelecer objectivos.
Capacidades: Obama refere também que todos têm capacidades, e que cada um tem de as desenvolver, esta é também uma ideia forte no seu discurso. Reforça esta ideia utilizando um exemplo em que enumera as diversas capacidades que cada um pode ter, esta enumeração exprime o pensamento do orador, segundo o qual só estudando será possível descobrir e desenvolver o talento que cada um possui.
País: Outra ideia forte é o relevo que Obama dá à importância dos estudos e das decisões de cada um para o futuro do país; ao longo do discurso refere várias vezes país de modo a reforçar esta ideia; «Aquilo que aprenderem na escola agora vai decidir se enquanto país estaremos à altura dos desafios do futuro.»; «se abandonarem a escola -, não é só a vocês mesmos que estão a abandonar, é ao vosso país.»: «Somos nós que fazemos o nosso futuro.»; «Quando desistirem de vocês mesmos é do vosso país que estão a desistir.»
Outra linha de força é o facto de não haver desculpas para não estudar.
E como conteúdo central temos ainda o facto de que será muito difícil alcançar os objetivos, mas algumas das pessoas mais bem sucedidas do mundo são as que mais fracassaram.
Argumentação
Arg. Obama argumenta afirmando a importância do estudo, do trabalho e da aprendizagem; e que só alcançarão os seus objetivos estudando.
Contra-arg. O orador contra-argumenta com a dificuldade de os alunos obterem bons resultados escolares «Eu sei que não é fácil ter bons resultados na escola.», Devido a dificuldades e problemas pessoais (falta de oportunidades, de orientação e acompanhamento…).
Exemplo que sustenta o contra-arg. O orador apresenta o seu exemplo pessoal, o de alguém que foi criado com dificuldades pela mãe, após ter (em) sido abandonado (s) pelo pai, e que sentiu também dificuldades nos seus estudos. Utilizou um argumento por experiência própria.
Refutação do contra-arg. Como refutação utilizou o exemplo de Michelle Obama.
Arg.  O esforço e o estudo de cada aluno são muito importantes para a sua realização pessoal, para o seu futuro. O esforço individual de cada aluno contribuirá, igualmente, para o desenvolvimento do seu país, graças aos conhecimentos e às competências adquiridas no presente, na escola.
Contra-arg.2Explica que as dificuldades da vida pessoal não facilitam o estudo e que por vezes é difícil realizar esta tarefa.
Refutação do contra-arg. O orador afirma que as circunstâncias da vida pessoal não servem de desculpa para a falta de estudo. E acrescenta que cada um, em razão da sua conduta e do seu esforço, constrói o seu destino.
Exemplo: Obama apresenta 3 jovens como exemplo, jovens que se depararam com dificuldades na vida e que conseguiram superá-las com esforço, não desistiram. Jazmin não sabia falar inglês, vinha do Texas, no entanto estudou muito, teve boas notas, ganhou uma bolsa de estudos para a Universidade de Brown e atualmente está a estudar saúde pública. Andoni Schultz ainda muito jovem descobriu que tinha um tumor cerebral e foi sujeito a muitos tratamentos que lhe afectaram a memória, no entanto, apesar de ter de estudar muito mais que os outros nunca perdeu um ano e entrou na faculdade. E ainda Shantel Steve que embora tenha saltado se família adoptiva para família adoptiva nos bairros mais degradados, arranjou um trabalho num centro de saúde e está prestes a acabar o secundário.
Contra-arg. à reafirmação da teseÉ por isso que hoje me dirijo a cada um de vocês para que estabeleça os seus próprios objectivos para os seus estudos, e para que faça tudo o que for preciso para os alcançar. O vosso objectivo pode ser apenas fazer os trabalhos de casa, prestar atenção às aulas ou ler todos os dias algumas páginas de um livro. ») A televisão fomenta a crença no sucesso fácil, na obtenção de riqueza e sucesso sem trabalho (“Eu sei que muitas vezes a televisão dá a impressão que podemos ser ricos e bem-sucedidos sem termos de trabalhar…”).
Refutação do contra-arg.  Obama afirma que o sucesso é difícil de alcançar, pois exige persistência e aprendizagem com os falhanços. Só desta forma é possível superar os insucessos e prosseguir.
Exemplos utilizados para sustentar a refutação. Obama refere que os exemplos de J. K. Rowling, que viu a publicação do primeiro livro da série Harry Potter ser rejeitado doze vezes, e do basquetebolista Michael Jordan, que fez das suas falhas e dificuldades um trampolim para o sucesso, persistindo e nunca desistindo (“Falhei muitas e muitas vezes na minha vida. E foi por isso que fui bem-sucedido.”). No fundo, eles aprenderam com os erros, voltando a tentar e agindo de forma diferente, para não incorrerem no mesmo erro.
Exortação: O orador exorta os alunos a questionarem, a procurarem ajuda, para crescerem e evoluírem.
Conclusão
Na conclusão é feito um resumo dos argumentos desfilados ao longo do discurso, em forma de apelo, destacando o esforço do governo para melhorar as condições de aprendizagem e a necessidade de os alunos se empenharem. Por outro lado, o orador apela aos estudantes que se esforcem e empenhem, para que as suas famílias e o país possam orgulhar-se deles.


Autores:
Catarina Francisco; Fábio Santos; Rafael Santos; Sara Gomes
 


 

03 outubro 2013

Texto Argumentativo - Discurso político

Conforme prometido, aqui fica o discurso do presidente Obama na abertura do ano lettivo de 2009.
«... never give up of yourselves»
Atenção a:
- introdução - sedução do auditório
- tema
- ideia defendida/tese
(reparem que é várias vezes retomada ao longo do discurso)
- linhas de força - conteúdos centrais
- argumentação
- exemplos e seu papel
- desafios e conclusão 
-apelo final

02 outubro 2013

Texto argumentativo


                    ARGUMENTAÇÃO 
TEXTO ARGUMENTATIVO

      A introdução deve ser breve

      A introdução deve evitar frases vazias ou irrelevantes, a “palha” (ex: Há muitas opiniões diferentes sobre os efeitos da televisão”) ou ambíguas (“Por um lado concordo que a televisão é negativa para as crianças, mas por outro lado discordo”)

      Na introdução seja direto: “A televisão é um meio poderoso de aprendizagem e entretenimento” ou “A televisão tem muito mais vantagens do que desvantagens”

      Concentre-se no seu melhor argumento ou nos dois melhores argumentos (um argumento bem desenvolvido e exemplificado é melhor do que três argumentos em esboço/mal sustentados)

      Como regra: trate um ponto por parágrafo; mude de parágrafo só quando concluiu o/um raciocínio fundamentado; ligue os parágrafos entre si, através de articuladores frásicos ou de expressões de ligação: Assim; Contrariamente; Com efeito; Apesar do que foi dito; No que se refere a; Por todas estas razões;

      Se tem tendência a perder-se, use marcadores discursivos estruturadores da informação:
   …por duas razões… em primeiro lugar/em segundo lugar; por um lado/por outro lado

      Garanta a coesão: temporal (tempos/ modos verbais), interfrásica (pois, assim sendo, deste modo, logo, porém…) e lexical (substituições lexicais – por sinónimos ou hiperónimos, por ex.,para evitar repetições


(Para mais info. consultar o PPT de apoio, no moodle)

Características essenciais do texto argumentativo:

 

Ø  O texto é concebido de forma a convencer ou a persuadir.

Ø  A tese defendida deve ser claramente identificada pelo destinatário.

Ø  O texto deve usar um registo adequado à situação, ao destinatário e ao tema.

Ø  Os argumentos utilizados devem ser diversificados quanto ao tipo: Universais / Proverbiais / Experiência pessoal/ Históricos / Exemplares / Científicos (consulta texto de apoio, no manual)

 

Ø O texto argumentativo deve começar por uma introdução, normalmente contida num só parágrafo; segue-se o desenvolvimento, em parágrafos, com os respetivos argumentos e contra-argumentos, seguidos de exemplos; finalmente, uma conclusão, de parágrafo único, que retoma a afirmação inicial provada ou contrariada.

Ø Os vários parágrafos devem estar encadeados uns nos outros pelos articuladores do discurso ou conectores lógicos (Ex: tempo passado-presente, causa-efeito-consequência, hipótese-solução, etc.).

Ø Tem de se escolher previamente, no plano, qual a lógica interna a seguir: é essa escolha que determina os conectores a usar; quem escreve tem de ter domínio sobre o texto e o seu encadeamento/ desenvolvimento.

 

Estrutura: TESE – PREMISSA – ARGUMENTOS - CONCLUSÃO

- Indicação do tema ou objeto de argumentação.

- Formulação da tese defendida.

- Demonstração, por meios de argumentos, de que é verdadeira.

- Conclusão (tenta-se convencer ou persuadir)

Ou

- Formulação da tese refutada.

- Consideração do ponto de vista adverso.

- Refutação por meio de contra-argumentos.

- Conclusão por ridicularização (ironia) ou por meio da razão


 

***********************************************************************************

A organização do texto deve ser coesa e coerente. Na articulação lógica entre partes do texto, entre parágrafos e frases usar:

Articuladores Argumentativos

explicitar significa isto que, explicitando melhor, não se pretende com isto, quer isto dizer, a saber, isto é, por outras palavras

para indicar ordem em primeiro lugar, primeiramente, em segundo lugar, seguidamente, em seguida, começando por, antes de mais, por último, por fim

exemplificação por exemplo, como se pode ver, assim, tome-se como exemplo, é o caso de, é o que acontece com

para reiterar, reafirmar retomando a questão, a meu ver, creio que, estou certo, em nosso entender

para concordar, provar, exprimir certeza efetivamente, com efeito, seguramente

para refutar, manifestar oposição, restringir ideias no entanto, mas, todavia, contudo, porém, apesar de, pelo contrário, ao contrário, por outro lado, com a ressalva de, em sentido contrário, refutando

para expressar condição, hipótese se, a menos que, a não ser que, desde que, supondo que, se por hipótese, admitindo que, exceto se, se por acaso

para estabelecer conexões de tempo então, após, depois, antes, agora, anteriormente, em seguida, seguidamente, quando, até que, a princípio, por fim

para referenciar espaço aqui, ali, lá, acolá, além, naquele lugar, o lugar onde, ao lado de, à esquerda, à direita, ao centro, no meio, mais adiante

para estabelecer conexões de causa porque, visto que, dado que, uma vez que, deriva de

para estabelecer conexões de consequência de tal modo que, de forma que, tanto que, e por isso, conduz a

para estabelecer conexões de fim para que, para, com o fim de, a fim de que, com o intuito de

para estabelecer relações aditivas e, ora, e também, e ainda

para estabelecer relações disjuntivas ou, ou então, seja...seja, quer...quer

para expressar semelhança, comparação do mesmo modo, tal como, pelo mesmo motivo, pela mesma razão, igualmente, assim como

para concluir finalmente, enfim, em conclusão, concluindo, para terminar, em suma, em síntese.

Investir no futuro


O facto mais importante da atualidade são as oportunidades oferecidas aos jovens, não só nacional mas também internacionalmente. Hoje em dia é notório o contínuo investimento no ensino, ao contrário do que se podia verificar há 40 anos atrás.
 
Desde a existência de cursos profissionais especializados até à introdução de Erasmus no ensino, os jovens possuem agora inúmeras opções relativamente ao seu futuro. Com o contínuo investimento no ensino mais pessoas ficarão formadas, e com as diversas oportunidades de emprego verificadas nos países emergentes gerar-se-á um fluxo de emigração. Assim, países como Angola, o Brasil e a China receberão, proveniente do nosso país, mão de obra especializada, originando o desenvolvimento económico, político e social e uma significante melhoria da qualidade de vida nesses países.

(É também uma oportunidade para os profissionais portugueses - engenheiros, enfermeiros, médicos)
 
Outra inovação relevante para o ensino e para a formação dos estudantes foi a introdução dos Erasmus. O contacto com culturas diferentes, a oportunidade de adquirir novos conhecimentos linguísticos , o facto de os estudantes adquirirem autonomia e de se confrontarem com realidades diferentes das que estão acostumados confere um nível avançado de maturidade e uma maneira mais positiva e culta de olhar o mundo. Os jovens de hoje serão os adultos de amanhã, adultos esses que governarão toda a nossa sociedade; então, ao investir no ensino estamos não só a cultivar jovens aptos para confrontar e resolver qualquer problema que surja no nosso país, mas estamos também a investir no futuro do nosso planeta.



-Adriana Adão -Bernardo Espírito Santo -Joana Reis -Tiago Casaleiro 22 Setembro, 2013 19:51



30 setembro 2013

Desafio - o problema mais grave

A violação dos direitos humanos é o problema mais grave a resolver na nossa sociedade. Este fenómeno tem vindo a diminuir, mas não o suficiente para nos deixarmos de preocupar com ele. A discriminação racial tem vindo a se substituída pela discriminação social assim como o desrespeito pelas vidas humanas tem sido notório no que toca a conflitos governamentais.

No passado a sociedade não tinha espaço para pessoas que não fossem o modelo de um cidadão dito normal, como pessoas de diferente cor ou religião. Na sociedade atual esse problema tem vindo a ser substituído por outro bem pior, a descriminação social. 


Agora não interessa tanto a cor da pele como interessa a maneira de estar em público, não interessa a religião como interessa a música que se ouve ou aquilo que se come, é-se socialmente excluído por não ter uma determinada roupa ou aparelho tecnológico porque não se tem dinheiro para o adquirir.

Para muitos o dinheiro é poder, poder esse que tem de ser conseguido a qualquer custo, nem que para isso seja preciso matar inocentes. Na sociedade mundial não importa os meios para se atingir os objetivos, se for preciso matar inocentes mata-se sem qualquer problema de consciência; exemplo disso é o recente ataque químico na Síria, onde morreram centenas de pessoas, e inclusive crianças de tenra idade.


Consideramos tudo isto uma falta de respeito pelo ser humano e por isso nós propomos que se comece a contrariar esta crescente tendência e que em vez de armas e guerras se use o bom senso e se converse, que os governantes de todos os países antes de pensarem em guerra pensem em fazer cedências entre si para se conseguirem entender. Defendemos ainda que as pessoas comecem a pensar se são os bens, a cor da pele, a religião, o gosto musical e gastronómico que contam, ou se o que conta é o que realmente as pessoas são como seres humanos. 


Devemos combater as mentes fechadas que se acham importantes só porque têm dinheiro e falam bem, pois no fundo somos todos iguais e ao mesmo tempo todos diferentes. É preciso existir respeito mútuo entre as pessoas porque só assim conseguiremos construir uma sociedade e um mundo melhor.



Beatriz Pereira ;
Doina Popov;
João Pedro Dias;
Bernardo Silva;
Tânia Fernandes;
Teresa Viola

10ºC
22 Setembro, 2013 21:37