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18 novembro 2013

Horário Semanal de Estudo

Let's change!

Apenas a título exemplificativo, deixo tabela para o preenchimento. Incluam horas das aulas, incluindo as dos turnos respetivos e as horas dos apoios, seguidas da organização dos vossos dias.

Só precisam de incluir as horas a ocupar com estudo. Atividades pessoais/familiares devem corresponder a traço ou cruz, para lembrar que não podem ser ocupadas.

HORÁRIO SEMANAL DE ESTUDO

Dias
Horas
 
 
 
 
Sáb.
Dom.
8h30
 
 
 
 
 
 
 
9h30
 
 
 
 
 
 
 
10h40
 
 
 
 
 
 
 
11h30
 
 
 
 
 
 
 
12h30
 
 
 
 
 
 
 
13h30
 
 
 
 
 
 
 
14h40
 
 
 
 
 
 
 
15h0
 
 
 
 
 
 
 
16h45
 
 
 
 
 
 
 
17h45
 
 
 
 
 
 
 
18h45
 
 
 
 
 
 
 
 
_______h
 
 
 
 
 
 
 
 
______h
 
 
 
 
 
 
 
 
______h
 
 
 
 
 
 
 

Nota: O limite do horário de estudo deve respeitar o tempo de descanso, pelo que se pede que não ultrapasse as 22h00-22h30, no máximo.

14 novembro 2013

A utilização de embriões para fins de investigação científica



 
Foto: Getty Images
Glóbulos brancos e vermelhos: Cientistas descobrem nova técnica para transformar células da pele em sanguíneas
que elimina a necessidade de células-tronco; pode ser importante para pacientes com leucemia

A utilização de embriões para fins de investigação científica

Um assunto muito abordado atualmente, na nossa sociedade, é o uso de embriões para fins de investigação científica. Do nosso ponto de vista o uso de células embrionárias é aceitável, dentro de certos termos, por duas razões: uma de natureza científica e outra ética.
As células embrionárias não são consideradas seres humanos, e ainda, com a investigação de embriões, existe uma maior probabilidade de salver vidas humanas. Nós defendemos esta posição pois, embora sejam células humanas em formação, foram colocadas em situação de perda de qualidade vital, sendo irremediável. A impossibilidade de conservar a vida exclui qualquer hipótese de proteção da mesma. Pelo que será eticamente aceitável realizar investigações das células embrionárias.
Há que considerar questões éticas e religiosas; assim, do ponto de vista religioso, a investigação não é aceitável, pois, como referiu o Papa João Paulo II, "A destruição de uma vida humana nunca pode ser justificada em termos benéficos que pode ter noutra. Não se pode negar o direito à vida".
Este contra-argumento do Papa é refutado quando a ciência nos demonstra que as células embrionárias "in vitreo", com ou sem projeto parental, são apenas um mero aglomerado de células, sem qualidades aceitáveis para o desenvolvimento, pelo que não deve gozar de qualquer estatuto moral e podendo assim ser usado em investigação.
Em função do lançamento da lei de proibição do uso de células estaminais na Europa, o Doutor Pete Cottey do instituto de oftalmologia de Londres, numa entrevista à BBC, disse que tal lei podia deter o processo de terapias com tais células para doenças até agora incuráveis. Segundo as suas declarações: "Somos financiaos para fazer pesquisa em nome da utilidade pública, mas proibidos de levar as nossas descobertas ao mercado onde poderiam ser desenvolvidas como novas terapias. Os investigadores europeus fazem pesquisas básicas que depois são implementadas noutros lugares em práticas médicas e novamente importadas para a Europa".
O uso de células estaminais na Europa é importante pois providencia um desenvolvimento no tratamento a doenças como Parkinson, AVC's, doenças coronárias e diabetes; também já foram usadas células estaminais adultas para a regeneração de um dado orgão.

Há quem diga, quando questionado sobre este assunto, que a investigação embrionária é uma oportunidade para explorar as maravilhas do universo, as maravilhas da natureza e a beleza distintiva da vida, incluindo a vida humana. E sendo assim, não seria preferível utilizar um conjunto de células, que poderão potencializar uma vida humana, para salvar milhões? Ou será melhor deixar esse embrião  desenvolver-se e acabar por morrer com uma das doenças que poderia ser evitada com o uso desta investigação? 
Francisco
Gabriel
João
Rafael Nunes
11ºC
 
Célula estaminal

 

Atenção aos dias d'Os escritores na Henriques!

Atenção - Rui Cardoso Martins - é dia 3!
 
Dia 3 de dezembro, 3ª feira às 10h30 


Encontro com Rui Cardosos Martins
Será uma sessão de diálogo, de proximidade, de troca de ideias, com base nas leituras que forem feitas. Trabalharemos em aula, até ficarem seguros e com material de reflexão suficiente para uma participação de qualidade.

Ouve aqui uma entrevista com RCM

Ainda em Novembro, no dia 29/11, às 15h30, estaremos com Afonso Cruz. 

Também terão convite, embora só tenhamos para já um leitor. Mas ele partilhará na turma algumas linhas de leitura e, mesmo sem tanta intervenção, estaremos presentes para ouvir e intervir, se tivermos perguntas.



13 novembro 2013

A emigração é a única solução para os jovens licenciados?



 65 mil jovens saíram do país, entre Junho de 2011 e Junho de 2012*
 
 
Hoje em dia, a opinião predominante da população portuguesa é a de que a emigração é a única solução para os jovens licenciados evitarem a crise que o país enfrenta, mas emigrar não é assim tão simples, pois tem as suas desvantagens e dificuldades.

Existem duas razões principais pelas quais a emigração não é a melhor forma de fugir à situação económica atual. Uma das razões é que, por vezes, estes jovens portugueses ficam iludidos, porque quando se emigra escolhe-se o país que parece ideal aos olhos do emigrante, mas nem sempre esse país é o destino perfeito. Quando se emigra pensa-se que se melhorará a qualidade de vida; no entanto, isso nem sempre acontece, e esta acaba por piorar. Isto faz com que muitos deles, perante esta situação, queiram voltar para o seu país e não consigam. (...) Existem ainda outros que acabam por se encontrar numa situação financeira ainda pior do que antes de emigrarem e ficam igualmente  impossibilitados de regressar ao seu país de origem.
A segunda razão é que Portugal investe muito dinheiro na educação e formação dos seus estudantes, e estes ao emigrarem não irão retribuir o esforço do país. Segundo um artigo do Jornal de Notíciasdo dia 31 de janeiro de 2013, quando se soma todo o dinheiro gasto pelo estado nos diferentes níveis de ensino, Portugal investe 5,8% do Produto Interno Bruto (PIB), mais do que a média da União Europeia. Com a emigração, estes jovens não chegarão a contribuir para o PIB, contraindo, de certa forma, uma dívida para com o seu país.
Em suma, a emigração por parte dos jovens licenciados não é a melhor nem a mais fiável alternativa à crise, visto que iria prejudicar economicamente o país, pois mesmo que seja da sua intenção regressar, isso nunca será uma certeza.

Catarina Francisco
Rafael Santos
Teresa Viola
11ºC
 
*Fonte: Dinheiro Vivo. 22/10/2012 | 09:03 | Disponível em http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO065816.html

Reflexão temática: a exploração espacial

A exploração espacial é controversa na sociedade atual, principalmente devido aos fundos necessários. No entanto, é bastante útil e importante para a população por duas razões: uma tecnológica e outra biológica.

É verdade que a exploração espacial é uma das áreas que tem necessidade de mais fundos para ser bem-sucedida, sendo que, por vezes, é necessário bastante tempo para se poder dar um passo em frente. Se considerármos a quantidade de missões espaciais à Lua mal-sucedidas e as vidas perdidas como consequência, e visto que a população paga impostos que são gastos no preparo destas missões, é normal que haja quem considere a exploração espacial como um desperdício intolerável.

No entanto, como necessita de tecnologia bastante avançada para ser bem-sucedida, ter um país, ou vários, a investir nesta área é vantajoso para a evolução tecnológica. Se ninguém tivesse tentado ir à Lua, nunca se ia falhar nas primeiras tentativas, e nunca se tinha tentado melhorar os problemas ao desenvolver novas tecnologias. As descobertas tecnológicas provenientes da investigação espacial poderão depois ser aplicadas no dia-a-dia, melhorando certamente a vida da população, como acontece com os satélites que permitem que tenhamos internet, telemóveis, GPS...
 
Outra das razões pelas quais a investigação espacial é importante é a possibilidade da existência de vida noutro ponto do universo. (...) As possibilidades de existência de outros seres são imensas, sendo que a descoberta de uma nova espécie poderá mudar a ciência como a conhecemos. Se até na terra, ainda hoje, são descobertas espécies que fascinam a curiosidade humana, quem diz que espécies de outros planetas não terão igual ou maior impacto?

Concluindo, a exploração espacial não só é importante para a contribuição tecnológica como também o é para o conhecimento científico, sendo uma área de grande influência na sociedade.

Rafael Nunes 11ºC nº24
11 Novembro2013
 
SABER MAIS
ESA
 

06 novembro 2013

BANG!


Não, não é só por ser uma criação do Ulisses Dias - ex-aluno de Artes da Henriques Nogueira...É porque revela que podes chegar a todo o mundo a partir de...Torres Vedras. Arrisca ou convida os amigos a arriscar - tens até dezembro!



04 novembro 2013

Arte e criatividade

Inspirem-se para pensar em atividades criativas para a SEMANA DA ESCOLA, em ABRIL. 

Para motivar para a leitura e a ciência...com meios mais modestos mas muito criatividade!


Na Holanda, os gestores do Rijksmuseum, em Amsterdão, o qual reabriu este ano após obras durante 10 anos,  tiveram uma excelente ideia:

-Levar o museu às pessoas, esperando que depois elas se dirijam ao museu.

Escolheram o famoso quadro de Rembrandt A Ronda da Noite, como mote.


Aqui fica o resultado.


Para onde vai a nossa investigação?


 Deixo o texto que saiu no exercício. Vale a pena pensar no assunto.




Uma cientista em estado líquido[1]
 
Mudei de trabalho, mudei de vida, mudei de país. Sim, também eu mudei de país! A burocracia venceu, desisti por exaustão.
A mobilidade é importante na ciência. Até fundamental, diria. Mas para enriquecer a academia, a mobilidade implica um fluxo contínuo com partidas de chegadas de cientistas. Senhores governantes, conseguiram promover a mobilidade, em fluxo contínuo, mas num só sentido. Para fora!
Estamos em crise, são tempos difíceis. De acordo. Mas o exemplo tem que vir de cima e não vem. (…) Instituições congelam, projetos ficam parados e cientistas desesperam, graças a esses mesmos despachos emitidos de um qualquer gabinete ministerial. Executar um projeto, no sentido contabilístico, é um pesadelo real para um cientista. Será mais fácil descobrir a origem da vida do que conseguir transferência de verbas a tempo para a investigação. (…)
E agora, pode um cientista mudar o sistema? Os cientistas portugueses podem assumir três “estados” primários materiais: o sólido, o líquido e o gasoso.
O cientista sólido estabeleceu-se, tem um lugar permanente como investigador ou professor universitário (que, na realidade, combina investigação com ensino), não muda de forma, até ver.
O cientista do estado líquido não tem um lugar permanente, é um precário contratualizado. Em teoria, tem boas condições de trabalho, na prática nada funciona. No que toca a responsabilidades, é cristalino de tão sólido, no que toca a direitos… bom, depende dos dias. Como um líquido, molda-se às novas situações, até um certo limite.
O somatório de frustrações burocráticas e institucionais provoca ebulição e o cientista líquido passa ao estado gasoso. Neste estado, é um precário bolseiro de investigação. É um profissional da ciência, encartado com os mais variados graus, e cuja bolsa atual não lhe confere grau académico. O seu estado gasoso possibilita a libertação imediata em momentos de crise. Não há transferência de verbas? O burocrata resolve: abre a válvula de escape e soltam-se uns bolseiros no éter, que nem deixam marcas de tão voláteis que são.
Nenhum destes três estados fundamentais têm energia para combater o sistema, se do outro lado o seu interlocutor é fraquinho. Simplesmente, não vai perceber. Cientistas sólidos, quase todos com mais de 50 anos, têm outros, também sérios, problemas. As universidades vão muito mal. Cientistas líquidos e gasosos escapam-se assim que podem. Coisa curiosa, essa, do cientista que come e precisa de teto, como todos os outros.


Filipa Marques (Investigadora no Centro para a Geobiologia da
Universidade de Bergen, Noruega). In PÚBLICO, secção Ciência.




[1] Texto publicado no Jornal Público, de 16/10/2013. Disponível em http://www.publico.pt/ciencia/ noticia/uma-cientista-
em-estado-liquido-1609314, acedido em 24/10/2013.

01 novembro 2013

Distinção para Torres Vedras

Parque Verde da Várzea
 
Universidade Nova distingue cinco municípios como
"os melhores para viver", um dos quais Torres Vedras
 
«A distinção é atribuída desde 2007 e tem em consideração indicadores em 10 domínios, que este ano foram compilados nas áreas económica, social e ambiental
Cinco municípios foram (...) distinguidos como os "melhores para viver" devido a projetos nas áreas da economia, social e ambiental, escolhidos pelo INTEC-Behavioral Technology Institute, da Universidade Nova de Lisboa.
De acordo com Dalila Antunes, presidente do INTEC, “o objetivo deste prémio é distinguir as boas práticas que são desenvolvidas pelos municípios, divulgá-las e promover a troca de ideias”, o que aconteceu hoje, em Lisboa, na conferência "Melhores Municípios para Viver 2013".
A distinção é atribuída desde 2007 e tem em consideração indicadores em 10 domínios, que este ano foram compilados nas áreas económica, social e ambiental.
(...)
O município de Torres Vedras foi distinguido na área social “pelo seu trabalho notável de requalificação do espaço público numa perspetiva de utilização do espaço”.»

Torres Vedras foi distinguido como o melhor município para viver em Portugal, na categoria Sociedade, no âmbito de uma iniciativa promovida pelo jornal Sol e pelo INTEC – Instituto de Tecnologia Comportamental (da Universidade Nova de Lisboa).

O Município foi distinguido devido à dinamização do programa Torres ao Centro - Regeneração Urbana no Centro Histórico de Torres Vedras.


Consultar o programa de reabilitação TORRES AO CENTRO