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11 abril 2012

Leitura - apoio à compreensão das obras

Deixo esta ficha de apoio, elaborada pela equipa do Plano Nacional de Leitura da nossa escola, em especial para ajudar a Patrícia e o Filipe, dois dos representantes da Escola Henriques Nogueira na fase distrital do concurso.

Mas quem quiser aproveitar para o contrato de leitura...

CONCURSO NACIONAL DE LEITURA

FASE DISTRITAL (preparação)

Flush, Uma biografia, de Virgínia Woolf


1       . Indica se as afirmações que se seguem são verdadeiras (V) ou falsas (F).

1.     O livro Flush – Uma Biografia é uma narrativa humorada sobre o cão da poetisa Elisabeth Barrett Browning.


2.     Flush, o cocker spaniel de pelo dourado, vive os primeiros meses de vida em Three Mile Cross, na casa dos Mitfords, antes de ser vendido a Miss Barrett.


3.     O quarto das traseiras do nº 50 da Wimpole Street, a rua “mais imponente e impessoal de Londres”,  passa a ser a nova residência de Flush.


4.     Na descrição do primeiro encontro de Miss Barrett e Flush, o narrador realça a identificação entre o cão e a sua dona, referindo semelhanças físicas.


5.     Esta biografia leva-nos a outra biografia, uma intriga paralela, a vida dos Brownings.

6.     Flush, pelo seu grande apego a Miss Wilson, torna-se um cão enciumado e  acredita que ninguém a ama tanto quanto ele.



7.     Nos passeios que dá em Regent’ s Park, Flush aprende que os cães têm os mesmos direitos independentemente da casta a que pertençam.


8.     É  através da focalização do protagonista que o narrador apresenta paisagens e alguns dos momentos mais marcantes na intriga paralela.


9.     O episódio de Whitechapel permite-nos visualizar um mundo de desigualdades, proprício aos jogos de poder e corrupção.


10.  Em Itália, Flush constata que também há categorias sociais entre os cães  e acomoda-se às regras impostas (ex. andar de trela).






B. Comenta uma das seguintes  afirmações:



a)      Em Flush - Uma Biografia, “ a verbalização das ocorrências não se faz, muitas vezes, através de uma  descrição de tipo visual, mas sim de natureza olfativa”.



b)     Vírginia Woolf,  através desta narrativa, tece , em estilo espirituoso e bem-humorado, ácidos comentários sobre a sociedade inglesa vitoriana e os seus valores.

08 abril 2012

Concurso Nacional de Leitura 2012

Chegaram (agora!!!) as novas regras das provas do Concurso Nacional de Leitura.
São em especial para o Filipe e a Patrícia, mas nós vamos dar uma ajuda e aproveitar para conhecer ou reler estes livros.
Assim:


REDE BIBLIOTECAS MUNICIPAIS DE LISBOA

Concurso Nacional de Leitura 2012



(Fase Distrital – Lisboa)

O presente documento estabelece as regras gerais da Fase Distrital do Concurso Nacional

de Leitura que é constituída por duas etapas:


Prova Escrita


Prova Oral




As provas irão decorrer no MUDE – Museu do Design e da Moda, sito na Rua Augusta, 24

1100-053 Lisboa, e serão realizadas com base nas seguintes obras:

Secundário



Teolinda Gersão.

A cidade de Ulisses. Sextante Editora

Virginia Woolf. Flush, uma biografia. Relógio d'Água




O apuramento dos finalistas

1 –

O apuramento dos finalistas a estarem presentes na Fase Final do Concurso Nacional



de Leitura 2012, será resultante de duas fases de eliminação: Prova Escrita e Prova Oral, a

realizar no dia 17 de abril de 2012;



2 –

Os procedimentos a aplicar serão os mesmos para os dois níveis de ensino (3º Ciclo e



Secundário), segundo o programa:



PROGRAMA

09h30 - 10h00

Acolhimento dos participantes do 3.º Ciclo



10h00 - 11h00

Prova Escrita 3.º Ciclo



10h45 - 11h15

Acolhimento dos participantes do Secundário



11h15 - 12h15

Prova Escrita Secundário



12h30 - 14h45

Almoço



15h00 - 16h00

Prova Oral 3.º Ciclo e Secundário



16h15 - 16h30

Momento performativo pelos ActIn



16h45

Anúncio dos vencedores e atribuição dos prémios



17h00

Encerramento

PROVA ESCRITA



PROVA ESCRITA

a)
Esta prova tem carácter eliminatório e terá a duração de 60 minutos. É constituída


por 12 questões de resposta obrigatória e de escolha múltipla (6 por cada obra do

nível a que se destina), e por uma breve composição/desenvolvimento (de entre as

duas propostas apresentadas, o Concorrente deverá escolher somente
uma).


Esta composição não deverá exceder as 10 linhas;


b)
Findos os 60 minutos, a prova será recolhida pelos assistentes de sala;


c)
A prova escrita será avaliada segundo a seguinte cotação, que perfaz os 100 pontos:


Questionário: 30 pontos


Composição: 70 pontos

d) A pontuação obtida na Prova Escrita constituirá critério de avaliação na Prova Oral;



PROVA ORAL
Esta prova será constituída por dois momentos distintos: questionário de resposta directa
e prova de leitura expressiva.
1 – Questionário de resposta direta
 Cada Concorrente seleccionará, à vez, um envelope de entre quatro envelopes
fechados, que contém uma pergunta sobre uma das duas obras seleccionadas para
o seu nível de ensino;


Apos a leitura da pergunta, cada Concorrente tera que accionar um botao;
„hRespondera quem que tiver accionado primeiro o botao, e devera responder
acertadamente no espaco maximo de 5 segundos;
„h Em caso de erro, ou nao resposta, a mesma questao sera colocada, de novo, aos
outros 2 concorrentes, ate ao ultimo, pelo mesmo processo;
„h No caso de nenhum Concorrente acertar, a resposta sera lida pelo Apresentador;
„h Em situacao de empate, devera ser retirado um quinto envelope cuja questao sera
dirigida apenas aos Concorrentes que se encontram empatados.

2 Prova de leitura expressiva preve duas propostas com opção apenas por uma.



Proposta A
o
O Júri seleccionará, antecipadamente, um excerto das obras de referência
para cada nível escolar (total de dois excertos/nível escolar) (ver
Anexo I);
o
Estes excertos serão divulgados previamente e terão um máximo de 30
linhas;
o
O Concorrente fará a escolha de um dos dois excertos propostos para o seu
nível escolar e, no dia 9 de Abril, a respectiva leitura, em voz alta e
expressiva;




No final da leitura, apresentará uma breve apreciação crítica daquela obra


(argumentação oral, sem leitura).


Proposta B


o
A partir das obras do seu nível escolar, será da livre escolha do Concorrente


a selecção prévia de um excerto que tome por significativo (máximo de 25

linhas) e apresentará a respectiva leitura, em voz alta e expressiva;


o
No final da leitura, apresentará uma breve argumentação acerca dos motivos


da selecção do excerto que leu (argumentação oral, sem leitura).


3 – Avaliação/Pontuação:


a) Cada um dos membros do Júri pontuará as prestações de leitura dos Concorrentes

tendo em conta os seguintes critérios de expressividade:


Audibilidade;


Perceptibilidade;


Comunicabilidade;


Articulação;


Pontuação:


Ritmo;


Postura corporal.


b) Na avaliação das provas de apreciação crítica / argumentação serão aplicados os

seguintes critérios:


Estruturação e encadeamento lógico de ideias;


Tese/argumentos;

Correcção linguística.

Excertos para a Prova Oral do CONCURSOS NACIONAL DE LEITURA

Vamos todos aproveitar para conhecer estes dois livros.
Quem não leu em férias aproveite para ler estes dois exertos, que vão ser utilizados para a prova oral, em Lisboa:
Secundário

Teolinda Gersão. A cidade de Ulisses. Sextante Editora

«A ideia que guardo é a da casa como um espaço dividido, o espaço ameaçador do
meu pai e o mundo aventuroso e secreto da minha mãe. Passa-se de um para o outro
através da escada: o sótão era um lugar ilimitado, como se boiasse no ar ou assentasse nas
nuvens. A minha mãe estendia na mesa uma folha de papel e punha ao meu alcance lápis
de cor, pinceis e tintas.
Então tudo começava a ser possível: bastava eu querer e uma coisa aparecia: o sol,
um pássaro, uma árvore, uma folha de erva. Ela dizia sim, e sorria. Éramos cúmplices e
partilhávamos um poder mágico, cada um desenhando numa folha de papel. Estávamos no
centro do mundo, e ele obedecia. Fazíamos o sol subir no horizonte, púnhamos um carro na
estrada, um moinho um monte, pessoas acenando das janelas. Tudo o que quiséssemos
acontecia. Tudo.
Pintar, descobrir, nunca acabava. Apenas era interrompido por tarefas desprezíveis e
inúteis como comer, lavar as mãos, tomar banho, ir para a cama, dormir. Mas no dia
seguinte recomeçava, como se não tivesse sido interrompido. Cada dia era novo e trazia
coisas novas, o jogo de pintar nunca se gastava.»



Virginia Woolf. Flush, uma biografia. Relógio d’Água

«Após tais humilhações qualquer cão ou até qualquer ser humano sentir-se-ia
desfeito, mas Flush, apesar da sua brandura e suavidade, tinha um brilho intenso nos olhos.
As suas paixões ora se manifestavam como chamas ardentes, ora como fogo latente
coberto de cinzas. Resolveu encontrar-se com o inimigo frente a frente e a sós. Não
consentiria que terceiros interrompessem este combate final. A luta devia ser apenas entre
os dois. Uma terça-feira de tarde, dia vinte e um de Julho, desceu sorrateiramente as
escadas e esperou no vestíbulo. Não teve de esperar muito. Após uns momentos ouviu os
passos pesados, na rua, e a pancada na porta, já tão seus conhecidos. Mr. Browning entrou.

Pressentindo vagamente um ataque eminente, e estando resolvido a enfrentá-lo com todo
espírito de conciliação, trouxera um pacote de bolos. Ali estava Flush no vestíbulo. Mr.
Browning, cheio de boas intenções, tentou acaricia-lo; até talvez lhe tivesse oferecido um
bolo. O gesto foi suficiente. Flush saltou para o inimigo com tal violência que não há
comparação possível. Mais uma vez os seus dentes abocanharam as calças de Mr.
Browning. Mas infelizmente, com a excitação do momento, esquecera-se do mais
importante – o silêncio. Ladrou; atirou-se a Mr. Browning e ladrou furiosamente. Todo aquele
ruído foi suficiente para alertar o pessoal da casa. Wilson precipitou-se pelas escadas
abaixo. Wilson bateu-lhe com força. Wilson dominou-o totalmente. Wilson arrastou-o de uma
maneira humilhante. A humilhação estava em ter atacado Mr. Browning e ter sido Wilson a
bater-lhe. Mr. Browning não levantara um dedo e, levando os bolos, continuou a subir
sozinho as escadas, até ao quarto, sem ter sido ferido, sem mostrar qualquer emoção. Flush
foi levado dali.»
********************

04 abril 2012

Refletir sobre as realidades do seu tempo histórico (1961)

       Com Felizmente Há Luar! – e à maneira de Bertot Brecht – Luís de Sttau Monteiro pretende:
 - “ensinar”, obrigar a refletir sobre as realidades do seu tempo (1961), mas
- analisando as situações através da apresentação de personagens, fora do tempo do espectador, cujos comportamentos valem pela sua exemplaridade.
      Pondo em relevo os conflitos entre grupos sociais em 1817, esta peça pretende levar o espectador a ver de fora – já que se trata de outra realidade – a analisar e tirar conclusões sobre, por exemplo:
Ø O autoritarismo dos governantes, que não hesitam em perseguir e matar para se manterem no poder e garantirem a “ordem” dos poderosos
Ø A prepotência e servilismo das classes dirigentes (representadas por D. Miguel)
Ø A interferência da Igreja nos negócios do estado e a sua aliança com o poder autoritário; o domínio pelo terror, em nome de Deus
Ø A mesquinhez, oportunismo e imoralidade dos delatores – Vicente, pela traição e a denúncia ganha um posto na polícia; vende-se pelo preço de um emprego

Ø A coragem e a honradez dos que lutam pelas suas convicções, independentemente das consequências que possam sofrer; os que não se vendem – General;

Ø O peso na consciência dos que podem agir para mudar e não o fazem – Sousa Falcão

Ø A coragem e determinação de lutar contra a adversidade – Matilde

Ø Os prejuízos causados pelo medo, a falta de determinação, o silêncio face à injustiça – os populares que facilmente se deixam enganar e/ou desistem de lutar

22 março 2012

PERSONAGENS

As personagens individuais com mais relevo na peça:

GOMES FREIRE  DE ANDRADE: protagonista que, embora nunca apareça, é permanentemente lembrado/referido  através das falas dos elementos do povo, das perseguições dos governadores e da revolta da sua mulher, Matilde, e do amigo Sousa Falcão.

É acusado de ser o grão-mestre da maçonaria; é um estrangeirado (servira militarmente e vivera no estrangeiro, em França), militar reconhecido brilhante e admirado pelo povo. Acredita na justiça e luta pela liberdade. É apresentado como o defensor da justiça, da luta pela liberdade do povo/do país oprimido.

Representa o herói, apesar de acabar como o anti-herói, o herói falhado; símboliza a esperança de liberdade.
D. MIGUEL FORJAZ: primo de Gomes Freire de Andrade, revela-se assustado com as transformações que ocorrem em Portugal e na Europa; representa o político corrompido pelo poder, reagindo de forma vingativa, calculista. É prepotente; autoritário, embora seja "mandado" por Beresford.
PRINCIPAL SOUSA: defende o obscurantismo do clero mais conservador, o poder da Igreja enquanto instituição; coloca-se ao serviço do poder político, na luta contra a modernização e liberalização do país, temendo a perda de poder da Igreja e as ideias «revolucionárias» estrangeiras/francesas; serve-se do poder da palavra religiosa, usando o púlpito para incendiar o povo contra Gomes Freire, as novas ideias.
BERESFORD: militar inglês de carreira, está em Portugal com a missão pessoal de defender essa carreira e obter, neste país atrasado, o dinheiro suficiente que lhe permita gozar devidamente, no futuro, as delícias do seu país civilizado - a Inglaterra.

Imensamente crítico em relação a Portugal e à sua situação, é franco e sarcástico, pois tem a coragem de dizer - normalmente de forma crítica e trocista - o que realmente quer, ao contrário dos dois governadores portugueses, que ele abomina tanto quanto o país.
VICENTE: representa todos os que se vendem e não têm carácter, os denunciantes; é um homem do povo, a quem trai, é movido pelo interesse da recompensa material; vive da hipocrisia, desprezando a sua origem e o seu passado; acaba por ser um delator que age dessa maneira porque quer fugir da sua condição social e é desse modo que consegue ascender socialmente.
MANUEL:  É o mais consciente dos elementos populares; denuncia, sobretudo no 1º ato,  a opressão a que o povo está sujeito. Percebe o jogo de Vicente.
MATILDE DE MELO: exprime romanticamente o seu amor pelo homem com quem vive - Gomes Freire; reage violentamente à prisão de G.F., sobretudo por imperativo pessoal, mais do que por ocnsciência política; não reage perante o ódio e as injustiças gerais, mas porque prenderam, sem razão, o seu homem.

Move-se o mais que pode para obter a liberdade de GF. À medida que a peça se aproxima do final, vai alargando a sua compreensão às questões mais gerais; o seu longo monólogo agarrada à farda de GF representa uma denúncia da hipocrisia do mundo com os valores trocados, em que reinam os interesses em volta do poder, o servilismo, a apatia.  
SOUSA FALCÃO: assume as mesmas ideias que Gomes Freire, mas não teve a coragem do general. Representa a amizade e a fidelidade; é o único amigo de Gomes Freire de Andrade que aparece na peça; ele representa os poucos amigos que são capazes de lutar por uma causa e por um amigo nos momentos difíceis. Não ostracisa Matilde, ao contrário dos governantes.
Frei Diogo: representante do clero, por contraposto ao Principal Sousa - é sério e honesto. Serve para clarificar que a peça não é contra o clero, mas contra certo tipo de religiosos, mais conservadores e servidores acríticos da instituição Igreja. 
***
MIGUEL FORJAZ, BERESFORD e PRINCIPAL SOUSA  - triunvirato governativo; encarregam-se de perseguir, prender e mandar executar o General e restantes conspiradores.

A FOGUEIRA
Para eles, a execução à noite/a fogueira, constituía uma forma de avisar e dissuadir os outros revoltosos

Para MATILDE a execução à noite/a fogueira era uma luz de esperança - poderia ajudar o povo a "ver" o futuro, a necessidade da luta pela liberdade.

O teatro épico brechtiano – uma conceção didática e interventora do teatro –

O «teatro épico»
A pedido de vários alunos, deixo o conteúdo (resumido) dos slides do ppt de apoio ao FHL.
Vou separar por subtemas, para facilitar.

Luís de Sttau Monteiro praticou, em Felizmente há Luar! os pressupostos e recursos dramáticos inerentes ao chamado «teatro épico, também referido como teatro «brechtiano», adjetivo derivado do autor que inaugurou e teorizou este tipo de teatro.



Bértolt Brecht – dramaturgo alemão (1898 – 1956) defende um teatro com uma ação didática, de ensinamento, que leve o público a refletir, a analisar a sociedade em que vive,  e – desejavelmente – a agir, para mudar.

Em vez da adesão emotiva do espectador, defende o distanciamento crítico. O objetivo central do teatro épico e do efeito de distanciação é:

Ø estudar o comportamento do homem em certas condições

Ø mostrar que estas podem e devem ser mudadas

A ideia a reter é a de que as desgraças humanas:

Ø não são eternas e imutáveis

Ø são antes históricas e, logo, alteráveis.

O espectador:

Ø nunca deve envolver-se;

Ø deve estar de fora, analisar

Ø deve ter uma reação racional, mais do que emocional

Para obter o efeito de distanciação:
Ø a ação é como que “narrada”

Ø Os diálogos inserem-se nesse quadro “narrativo”

Ø Os atores são vozes/ilustradores, veículo da história que está a ser contada, em vez de viverem intensa e “veridicamente” as personagens e a ação

Ø Procuram-se ações que distanciem o público do narrado/representado: acontecimentos antigos, fora do universo do espectador

Ø O ambiente “artificial”, de distância é também criado por:

§  Iluminação (intensa, artificial, localizada)

§  Música (coros, canções, tambores…)

§  Decoração não naturalista, evitando o efeito de “real” (elementos externos à ação - legendas, filmes, etc.)

    21 março 2012

    Entre o Sono e o Sonho

    Dia Mundial da Poesia
    - iniciativa da Escola Henriques Nogueira nas comemorações promovidas pela BIblioteca Municipal  -

    Esplanada da Pastelaria Havaneza
    21 de março de 2012
    10h30-12h00




    Alunos do 12º A e de outras turmas na
    Oficina da Palavra
    com a escritora Maria João Veiga
    


    Poemas entre o Sono e o Sonho