

"- O peixe também é meu amigo - disse em voz alta. - Nunca vi ou ouvi falar de um peixe desse tamanho. Mas tenho de matá-lo. É bom saber que não tenho de tentar matar as estrelas. Imagine o que seria se um homem tivesse de tentar matar a lua todos os dias", pensou o velho. "A lua corre depressa. Mas imagine só se um homem tivesse de matar o sol. Nascemos com sorte”." (1)

Esta narrativa de Hemingway representa a luta que o homem trava para a sua sobrevivência bem como "os aspectos que influenciam essa luta como a experiência, a persistência, a confiança, a amizade e também a sorte."

Este livro foi escrito em Cuba e constitui a última grande obra de Hemingway a ser publicada ainda durante a sua vida.
Como acontece com A Cidade e as Serras, este pequeno livro é a última obra do escritor, de grande maturidade e excelência.
Excerto:
«Nunca apanhei um peixe tão forte, nem que se portasse tão estranhamente. Talvez não esteja disposto a saltar. Podia dar cabo de mim com um pulo ou uma correria desenfreada. Mas talvez já saiba o que é um anzol e que é assim que lhe convém lutar. Não pode saber que é um só contra ele, nem que é um velho. Mas que grande peixe!»
«Nunca apanhei um peixe tão forte, nem que se portasse tão estranhamente. Talvez não esteja disposto a saltar. Podia dar cabo de mim com um pulo ou uma correria desenfreada. Mas talvez já saiba o que é um anzol e que é assim que lhe convém lutar. Não pode saber que é um só contra ele, nem que é um velho. Mas que grande peixe!»
Hemingway, na sua juventude
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