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12 novembro 2011
Poemas da Mensagem
"O Infante"
incluído na 2ª parte da Mensagem, Mar Português
dito pelo ator Sinde Filipe
8 comentários:
Anónimo
disse...
O bom de Portugal
Apesar de estar a enfrentar uma das maiores crises da sua história, Portugal de hoje não apresenta apenas aspectos negativos. Para conseguir ultrapassar esta fase menos boa, os Portugueses têm de poupar mais e trabalhar mais e melhor. Se não cumprirmos com o nosso dever, não adiantará de nada receber auxílio de quem quer que seja. A redução do desemprego, a recuperação do equilíbrio das contas públicas, o aumento da produtividade e a produção de bens e serviços capazes de concorrer nos mercados externos é essencial para estabilizar a nossa economia. O combate à corrupção também é determinante para conseguirmos uma nação mais unida e justa. Mas não são só defeitos que podemos apontar a este nosso Portugal. Temos uma costa marítima riquíssima, na qual vemos imensas esplanadas e surfistas a aproveitar um dos melhores e mais importantes recursos naturais do país. Temos parques naturais e paisagens magníficas. Temos, em termos de qualidade, uma área de saúde muito melhor do que era há 30 anos. Temos inovação, pelo que diariamente vemos empresas portuguesas a investir no estrangeiro, com altíssima tecnologia, quadros dinâmicos e sem medo – acreditam que estão entre os melhores do mundo e querem prová-lo. Para além destas empresas, existem também muitos portugueses que têm vindo a receber prémios pelas suas extraordinárias capacidades. Temos uma das melhores distribuições das caixas automáticas multibanco no mundo. Temos tolerância, pelo que aceitamos muito bem os imigrantes – aliás já recebemos muitos prémios internacionais por essa razão. Temos uma ligação intergeracional invejável, onde o estatuto de avô é altíssimo na sociedade portuguesa. Os portugueses respeitam a primeira e a terceira idade, para o benefício de todos. Acima de tudo, os portugueses sabem que o dinheiro não é a coisa mais importante do mundo. É com esta crença que vamos conseguir ultrapassar as nossas dificuldades, desfrutando das coisas boas que conservamos no nosso país ao mesmo tempo que procuramos lutar para conseguirmos atingir os feitos e as glórias que com sacrifício e esforço portugueses de outros tempos alcançaram.
Trabalho realizado por: Inês Vieira João José José Freitas Susana Ribeiro
Apesar de estar a enfrentar uma das maiores crises da sua história, Portugal de hoje não apresenta apenas aspectos negativos. Para conseguir ultrapassar esta fase menos boa, os Portugueses têm de poupar mais e trabalhar mais e melhor. Se não cumprirmos com o nosso dever, não adiantará de nada receber auxílio de quem quer que seja. A redução do desemprego, a recuperação do equilíbrio das contas públicas, o aumento da produtividade e a produção de bens e serviços capazes de concorrer nos mercados externos é essencial para estabilizar a nossa economia. O combate à corrupção também é determinante para conseguirmos uma nação mais unida e justa. Mas não são só defeitos que podemos apontar a este nosso Portugal. Temos uma costa marítima riquíssima, na qual vemos imensas esplanadas e surfistas a aproveitar um dos melhores e mais importantes recursos naturais do país. Temos parques naturais e paisagens magníficas. Temos, em termos de qualidade, uma área de saúde muito melhor do que era há 30 anos. Temos inovação, pelo que diariamente vemos empresas portuguesas a investir no estrangeiro, com altíssima tecnologia, quadros dinâmicos e sem medo – acreditam que estão entre os melhores do mundo e querem prová-lo. Para além destas empresas, existem também muitos portugueses que têm vindo a receber prémios pelas suas extraordinárias capacidades. Temos uma das melhores distribuições das caixas automáticas multibanco no mundo. Temos tolerância, pelo que aceitamos muito bem os imigrantes – aliás já recebemos muitos prémios internacionais por essa razão. Temos uma ligação intergeracional invejável, onde o estatuto de avô é altíssimo na sociedade portuguesa. Os portugueses respeitam a primeira e a terceira idade, para o benefício de todos. Acima de tudo, os portugueses sabem que o dinheiro não é a coisa mais importante do mundo. É com esta crença que vamos conseguir ultrapassar as nossas dificuldades, desfrutando das coisas boas que conservamos no nosso país ao mesmo tempo que procuramos lutar para conseguirmos atingir os feitos e as glórias que com sacrifício e esforço portugueses de outros tempos alcançaram.
Trabalho realizado por: Inês Vieira João José José Freitas Rodolfo Pereira
Este poema subdivide-se em duas partes, inicialmente é o sujeito poético quem “introduz” D. Sebastião. Posteriormente, é D. Sebastião que toma o lugar de orador falando na primeira pessoa. Neste poema, a figura histórica de D. Sebastião transmite o valor simbólico da dedicação a um ideal, da coragem, da loucura enquanto aspecto positivo: «Louco, sim, louco, porque quis grandeza». O mesmo era considerado louco pois deu tudo por tudo para alcançar a grandeza. Através do verso «Minha loucura outros que a tomem», D. Sebastião realiza um apelo, visando os portugueses a tê-lo como arquétipo da atitude lutadora, da energia e do acreditar no sonho. No final do poema podemos identificar uma generalização/reflexão sobre a condição humana onde é transmitido a ideia de que sem coragem, sem loucura e sem sonhos não somos mais que um mero animal na sua dimensão irracional: «Sem a loucura que é o Homem / Mais que a besta sadia / Cadáver adiado que procria».
Trabalho realizado por: José Freitas Rodolfo Pereira
O título deste poema "Padrão" demonstra os locais que os portugueses descobriram, conquistaram e deram a conhecer ao mundo e relaciona-se com o poema pois este aborda a descoberta de África por Diogo Cão. "Eu, Diogo Cão, navegador,deixei / Este padrão ao pé do areal moreno". O sujeito poético é Diogo Cão intervindo na totalidade do poema. Este cumpriu a sua parte da missão portuguesa descobrindo terras do mundo embora a propagação da fé católica não tenha sido alcançada apesar de ter sido esta a grande inspiradora de Diogo Cão à realização da viagem: "E a cruz ao alto diz que o que me há na alma / E faz a febre em mim de navegar / Só encontrará de Deus na eterna calma". Com a referência às Quinas dá-se a ideia de esperança pois se os portugueses já foram capazes de grandes feitos no passado, também serão agora capazes de ir mais longe no conhecimento do mundo.
Trabalho realizado por: Jéssica Gomes Mariana Freitas
Ao longo dos anos, a educação tem vindo a ser cada vez mais valorizada, os anos de estudo obrigatório aumentaram, existe uma maior especializaçao dos cursos culminando num aprofundamento das áreas de estudo.
Uma dessas áreas é a ciência. Esta é impulsionada pela busca do bem-estar bem como pela satisfação das necessidades do Homem. Assim, nos últimos quinze anos, surgiu no panorama da investigação científica portuguesa uma transformação que passa por um desenvolvimento científico e tecnológico.
Para que este desenvolvimento de facto se verifique é essencial um maior aprofundamento e uma interligação das várias áreas de estudo.
No caso da educação é sempre necessário um grande investimento. Formar as pessoas não só é dispendioso como também é demorado o que pode levar à desistência, apesar do desejo de uma formação técnica. Assim o futuro da especialização poderá estar condicionado pelas atuais dificuldades económicas atravessadas pelo país. No entanto são necessárias pessoas com capacidades e competências técnicas no futuro, aptas a criar novos projetos e novas soluções, a aceitar e produzir inovações bem como avançar científicamente para o nosso mundo em constante mudança e remodelação. Deste modo será possivel fazer carreira não só no nosso país, mas também além fronteiras e conseguir ser-se um especialista conceituado.
Realizado por: Inês Pereira Jéssica Gomes João Silva Mariana Freitas
Portugal e os Portugueses em 2011 – Período de mudança
Portugal encontra-se em pleno século XXI, num período negro, repleto de insatisfação, de austeridade e de sofrimento. Esta situação não é concreta desta época, esteve, também presente na época de Luís Vaz de Camões e de Fernando Pessoa. Ambos relataram todos estes momentos de grande inflexibilidade. Contudo isso não foi impedimento para que estes autores seguissem outro rumo, no sentido de enaltecer e relembrar que nem todo o Portugal esteve neste estado anímico, mas que propiciou e deu ”novos mundos ao mundo” [1].
Na actualidade Portugal tem revelado este espírito inovador e curioso na educação, na cultura e na ciência.
Os Portugueses propiciaram o desenvolvimento de projectos no âmbito da educação com o intuito de promover e alargar as fronteiras tanto ao nível das faixas etárias como ao nível das classes sociais. Um exemplo disto é a iniciativa das Novas Oportunidades que visa impulsionar novos caminhos para a qualificação dos portugueses, ou seja, promover a escolarização geral da população ao nível do ensino secundário. Além do mais, verifica-se a concretização de medidas que impulsionaram a evolução dos sistemas educativos, pois tem-se verificado um aumento no número de alunos matriculados e no número de alunos que concluem o 12.º ano, tendo sido, por isso, considerado um dos países da União Europeia que mais progrediu na conclusão do 12.º ano.
O povo português tem a intenção de aprofundar e alargar a universalidade através da ciência ao nível do mundo. Apesar de já ter sido há 60 anos, Egas Moniz constitui um bom exemplo de prosperidade, pois permanece o único Prémio Nobel português da ciência. Actualmente é António Damásio, um neurocientista português, que se encontra a ensinar, a investigar e a escrever nos Estados Unidos, ou seja, a ultrapassar fronteiras. Constituem ambos, exemplos da rememoração das façanhas antigas que os portugueses realizaram.
Desta forma, verificamos que nem tudo em Portugal se encontra com esse sentimento derrotista, angustiado e fatalista. É preciso, tal como Camões e Pessoa fizeram, assumir que estamos num estado lastimável, mas também é preciso que tomemos iniciativa, que “tiremos partido das nossas potencialidades”[2], que tomemos consciência do que os nossos antepassados fizeram e alcançaram, para nos servir de exemplo de heroicidade, de esforço e de persistência perante o “desconhecido”. Conseguimos provar o nosso valor no passado, conseguimos prová-lo todos os dia e iremos conseguir prová-lo no futuro, por isso é imprescindível que consigamos assumir o sentimento de mudança, de vitalidade e de actividade, que Portugal necessita para ultrapassar todas as suas barreiras, tal como, Fernando Pessoa afirma “Tudo é incerto e derradeiro. Tudo é disperso, nada é inteiro. Ó Portugal, hoje és nevoeiro...” [3]. Porém, esta situação pode alterar-se basta que cada um de nós queira a renovação e a mudança, “É a Hora!”.
Referências Bibliográficas: [1] – CAMÕES, Luís, Os Lusíadas, Canto II, Estrofe 45, pág.44; Book it, 2010. [2] – Discurso do Presidente da República no dia 5 de Outubro de 2011 - http://www.presidencia.pt/?idc=22&idi=57670 [3] - PESSOA, Fernando, Mensagem, pp.105, Porto Editora, 2010.
O bom disto tudo, é ficar sempre disponível para reflexão. O vosso texto foi publicado a triplicar..., mas só conta uma vez.
Talvez melhorasse a passagem para o 2º parágrafo - "Mas não são só defeitos que podemos apontar". Não é um defeito. Não valia a pena refazer, razão pela qual não fiz referências.
8 comentários:
O bom de Portugal
Apesar de estar a enfrentar uma das maiores crises da sua história, Portugal de hoje não apresenta apenas aspectos negativos. Para conseguir ultrapassar esta fase menos boa, os Portugueses têm de poupar mais e trabalhar mais e melhor. Se não cumprirmos com o nosso dever, não adiantará de nada receber auxílio de quem quer que seja.
A redução do desemprego, a recuperação do equilíbrio das contas públicas, o aumento da produtividade e a produção de bens e serviços capazes de concorrer nos mercados externos é essencial para estabilizar a nossa economia. O combate à corrupção também é determinante para conseguirmos uma nação mais unida e justa.
Mas não são só defeitos que podemos apontar a este nosso Portugal. Temos uma costa marítima riquíssima, na qual vemos imensas esplanadas e surfistas a aproveitar um dos melhores e mais importantes recursos naturais do país. Temos parques naturais e paisagens magníficas. Temos, em termos de qualidade, uma área de saúde muito melhor do que era há 30 anos. Temos inovação, pelo que diariamente vemos empresas portuguesas a investir no estrangeiro, com altíssima tecnologia, quadros dinâmicos e sem medo – acreditam que estão entre os melhores do mundo e querem prová-lo. Para além destas empresas, existem também muitos portugueses que têm vindo a receber prémios pelas suas extraordinárias capacidades. Temos uma das melhores distribuições das caixas automáticas multibanco no mundo. Temos tolerância, pelo que aceitamos muito bem os imigrantes – aliás já recebemos muitos prémios internacionais por essa razão. Temos uma ligação intergeracional invejável, onde o estatuto de avô é altíssimo na sociedade portuguesa. Os portugueses respeitam a primeira e a terceira idade, para o benefício de todos.
Acima de tudo, os portugueses sabem que o dinheiro não é a coisa mais importante do mundo. É com esta crença que vamos conseguir ultrapassar as nossas dificuldades, desfrutando das coisas boas que conservamos no nosso país ao mesmo tempo que procuramos lutar para conseguirmos atingir os feitos e as glórias que com sacrifício e esforço portugueses de outros tempos alcançaram.
Trabalho realizado por:
Inês Vieira
João José
José Freitas
Susana Ribeiro
O bom de Portugal
Apesar de estar a enfrentar uma das maiores crises da sua história, Portugal de hoje não apresenta apenas aspectos negativos. Para conseguir ultrapassar esta fase menos boa, os Portugueses têm de poupar mais e trabalhar mais e melhor. Se não cumprirmos com o nosso dever, não adiantará de nada receber auxílio de quem quer que seja.
A redução do desemprego, a recuperação do equilíbrio das contas públicas, o aumento da produtividade e a produção de bens e serviços capazes de concorrer nos mercados externos é essencial para estabilizar a nossa economia. O combate à corrupção também é determinante para conseguirmos uma nação mais unida e justa.
Mas não são só defeitos que podemos apontar a este nosso Portugal. Temos uma costa marítima riquíssima, na qual vemos imensas esplanadas e surfistas a aproveitar um dos melhores e mais importantes recursos naturais do país. Temos parques naturais e paisagens magníficas. Temos, em termos de qualidade, uma área de saúde muito melhor do que era há 30 anos. Temos inovação, pelo que diariamente vemos empresas portuguesas a investir no estrangeiro, com altíssima tecnologia, quadros dinâmicos e sem medo – acreditam que estão entre os melhores do mundo e querem prová-lo. Para além destas empresas, existem também muitos portugueses que têm vindo a receber prémios pelas suas extraordinárias capacidades. Temos uma das melhores distribuições das caixas automáticas multibanco no mundo. Temos tolerância, pelo que aceitamos muito bem os imigrantes – aliás já recebemos muitos prémios internacionais por essa razão. Temos uma ligação intergeracional invejável, onde o estatuto de avô é altíssimo na sociedade portuguesa. Os portugueses respeitam a primeira e a terceira idade, para o benefício de todos.
Acima de tudo, os portugueses sabem que o dinheiro não é a coisa mais importante do mundo. É com esta crença que vamos conseguir ultrapassar as nossas dificuldades, desfrutando das coisas boas que conservamos no nosso país ao mesmo tempo que procuramos lutar para conseguirmos atingir os feitos e as glórias que com sacrifício e esforço portugueses de outros tempos alcançaram.
Trabalho realizado por:
Inês Vieira
João José
José Freitas
Rodolfo Pereira
(o comentário anterior tem um erro)
Este poema subdivide-se em duas partes, inicialmente é o sujeito poético quem “introduz” D. Sebastião. Posteriormente, é D. Sebastião que toma o lugar de orador falando na primeira pessoa.
Neste poema, a figura histórica de D. Sebastião transmite o valor simbólico da dedicação a um ideal, da coragem, da loucura enquanto aspecto positivo: «Louco, sim, louco, porque quis grandeza». O mesmo era considerado louco pois deu tudo por tudo para alcançar a grandeza.
Através do verso «Minha loucura outros que a tomem», D. Sebastião realiza um apelo, visando os portugueses a tê-lo como arquétipo da atitude lutadora, da energia e do acreditar no sonho.
No final do poema podemos identificar uma generalização/reflexão sobre a condição humana onde é transmitido a ideia de que sem coragem, sem loucura e sem sonhos não somos mais que um mero animal na sua dimensão irracional: «Sem a loucura que é o Homem / Mais que a besta sadia / Cadáver adiado que procria».
Trabalho realizado por:
José Freitas
Rodolfo Pereira
O título deste poema "Padrão" demonstra os locais que os portugueses descobriram, conquistaram e deram a conhecer ao mundo e relaciona-se com o poema pois este aborda a descoberta de África por Diogo Cão. "Eu, Diogo Cão, navegador,deixei / Este padrão ao pé do areal moreno". O sujeito poético é Diogo Cão intervindo na totalidade do poema. Este cumpriu a sua parte da missão portuguesa descobrindo terras do mundo embora a propagação da fé católica não tenha sido alcançada apesar de ter sido esta a grande inspiradora de Diogo Cão à realização da viagem: "E a cruz ao alto diz que o que me há na alma / E faz a febre em mim de navegar / Só encontrará de Deus na eterna calma".
Com a referência às Quinas dá-se a ideia de esperança pois se os portugueses já foram capazes de grandes feitos no passado, também serão agora capazes de ir mais longe no conhecimento do mundo.
Trabalho realizado por:
Jéssica Gomes
Mariana Freitas
Ao longo dos anos, a educação tem vindo a ser cada vez mais valorizada, os anos de estudo obrigatório aumentaram, existe uma maior especializaçao dos cursos culminando num aprofundamento das áreas de estudo.
Uma dessas áreas é a ciência. Esta é impulsionada pela busca do bem-estar bem como pela satisfação das necessidades do Homem. Assim, nos últimos quinze anos, surgiu no panorama da investigação científica portuguesa uma transformação que passa por um desenvolvimento científico e tecnológico.
Para que este desenvolvimento de facto se verifique é essencial um maior aprofundamento e uma interligação das várias áreas de estudo.
No caso da educação é sempre necessário um grande investimento. Formar as pessoas não só é dispendioso como também é demorado o que pode levar à desistência, apesar do desejo de uma formação técnica. Assim o futuro da especialização poderá estar condicionado pelas atuais dificuldades económicas atravessadas pelo país. No entanto são necessárias pessoas com capacidades e competências técnicas no futuro, aptas a criar novos projetos e novas soluções, a aceitar e produzir inovações bem como avançar científicamente para o nosso mundo em constante mudança e remodelação. Deste modo será possivel fazer carreira não só no nosso país, mas também além fronteiras e conseguir ser-se um especialista conceituado.
Realizado por:
Inês Pereira
Jéssica Gomes
João Silva
Mariana Freitas
Portugal e os Portugueses em 2011 – Período de mudança
Portugal encontra-se em pleno século XXI, num período negro, repleto de insatisfação, de austeridade e de sofrimento. Esta situação não é concreta desta época, esteve, também presente na época de Luís Vaz de Camões e de Fernando Pessoa. Ambos relataram todos estes momentos de grande inflexibilidade. Contudo isso não foi impedimento para que estes autores seguissem outro rumo, no sentido de enaltecer e relembrar que nem todo o Portugal esteve neste estado anímico, mas que propiciou e deu ”novos mundos ao mundo” [1].
Na actualidade Portugal tem revelado este espírito inovador e curioso na educação, na cultura e na ciência.
Os Portugueses propiciaram o desenvolvimento de projectos no âmbito da educação com o intuito de promover e alargar as fronteiras tanto ao nível das faixas etárias como ao nível das classes sociais. Um exemplo disto é a iniciativa das Novas Oportunidades que visa impulsionar novos caminhos para a qualificação dos portugueses, ou seja, promover a escolarização geral da população ao nível do ensino secundário. Além do mais, verifica-se a concretização de medidas que impulsionaram a evolução dos sistemas educativos, pois tem-se verificado um aumento no número de alunos matriculados e no número de alunos que concluem o 12.º ano, tendo sido, por isso, considerado um dos países da União Europeia que mais progrediu na conclusão do 12.º ano.
O povo português tem a intenção de aprofundar e alargar a universalidade através da ciência ao nível do mundo. Apesar de já ter sido há 60 anos, Egas Moniz constitui um bom exemplo de prosperidade, pois permanece o único Prémio Nobel português da ciência. Actualmente é António Damásio, um neurocientista português, que se encontra a ensinar, a investigar e a escrever nos Estados Unidos, ou seja, a ultrapassar fronteiras. Constituem ambos, exemplos da rememoração das façanhas antigas que os portugueses realizaram.
Desta forma, verificamos que nem tudo em Portugal se encontra com esse sentimento derrotista, angustiado e fatalista. É preciso, tal como Camões e Pessoa fizeram, assumir que estamos num estado lastimável, mas também é preciso que tomemos iniciativa, que “tiremos partido das nossas potencialidades”[2], que tomemos consciência do que os nossos antepassados fizeram e alcançaram, para nos servir de exemplo de heroicidade, de esforço e de persistência perante o “desconhecido”. Conseguimos provar o nosso valor no passado, conseguimos prová-lo todos os dia e iremos conseguir prová-lo no futuro, por isso é imprescindível que consigamos assumir o sentimento de mudança, de vitalidade e de actividade, que Portugal necessita para ultrapassar todas as suas barreiras, tal como, Fernando Pessoa afirma “Tudo é incerto e derradeiro. Tudo é disperso, nada é inteiro. Ó Portugal, hoje és nevoeiro...” [3]. Porém, esta situação pode alterar-se basta que cada um de nós queira a renovação e a mudança, “É a Hora!”.
Elaborado por:
Raquel Laranjeira N.º23
Rita Mariano N.º24
12.ºB
Referências Bibliográficas:
[1] – CAMÕES, Luís, Os Lusíadas, Canto II, Estrofe 45, pág.44; Book it, 2010.
[2] – Discurso do Presidente da República no dia 5 de Outubro de 2011 - http://www.presidencia.pt/?idc=22&idi=57670
[3] - PESSOA, Fernando, Mensagem, pp.105, Porto Editora, 2010.
Inês Vieira
João José
José Freitas
Susana Ribeiro
O bom disto tudo, é ficar sempre disponível para reflexão. O vosso texto foi publicado a triplicar..., mas só conta uma vez.
Talvez melhorasse a passagem para o 2º parágrafo - "Mas não são só defeitos que podemos apontar". Não é um defeito. Não valia a pena refazer, razão pela qual não fiz referências.
Está bem.
Jessica e Mariana
Ainda não vos dera os parabéns. Conseguiram um texto coeso e interessante.
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