Visita de Estudo
Interdisciplinar – 7 de março de 2019
ITINERÁRIO E
CRONOGRAMA – Turmas 10º A e 10ºB
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8h30
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T.V. – entrada principal da ESHN – encontro;
colocação das mochilas na bagageira; entrada no autocarro
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8h45
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Saída de Torres Vedras
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11h00
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13h00
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Castelo de S. Jorge e Núcleo Museológico
Grupo 1
11h00 – Visita ao Castelo de S. Jorge
12h00 – Visita ao Núcleo Museológico do
Castelo
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Grupo 2
11h00 – Visita ao Núcleo Museológico do
Castelo
12h00 - Visita ao Castelo de S. Jorge
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13h00
Almoço –
dentro do perímetro do Castelo; local de acordo com as indicações dos
professores.
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14h00
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15h00
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Percurso pedestre
histórico-cultural e científico: Da
Lisboa medieval à Lisboa das Descobertas
- Roteiro
Fernão Lopes
Paragem
e atividades de observação e registo em:
- Envolvente do Castelo (paisagem
natural e humana)
- Cerca Moura (paisagem natural e
humana)
- Miradouro de Santa Luzia
(azulejos)
- Sé de Lisboa (ligação a Crónica
de D. João I)
-
Baixa pombalina
- Terreiro do Paço
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15h15
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17h15
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Lisbon Story Centre
15h15 – Encontro com uma
personagem da História de Portugal – o Marquês Pombal
16h00 – Visita guiada – Lisbon Story Centre – história da
cidade, da romanização à fundação da nacionalidade, dos descobrimentos ao
Terramoto ode 1755 e à reconstrução pombalina
Se os serviços solicitarem
divisão em subgrupos, os alunos seguirão as instruções dos professores
responsáveis.
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17h30
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18h30
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Lisboa pombalina - atividade de observação e
registo livre - traçado das ruas, engenharia e arquitetura iluminista
da Lisboa pós-terramoto:
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Terreiro do Paço
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Rio Tejo
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Arco da Rua Augusta
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Baixa Pombalina
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19h00
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Encontro no Rossio, junto à
estátua de D. Pedro IV
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Jantar-convívio, a decorrer em 3
restaurantes da Baixa, perto do Teatro.
Os alunos dividir-se-ão de acordo com grupos
indicados pelos Diretores de Turma.
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20h30
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23h15
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20h30 – entrada no Teatro D. Maria II - foyer central; livraria; sala (plateia
e balcão)
20h45 – acomodação nos lugares
21h00 - Frei Luís de Sousa, de Almeida Garrett
encenação Miguel
Loureiro
com Álvaro Correia, Ângelo Torres, Carolina Amaral, Gustavo
Salvador Rebelo, João Grosso, Maria Duarte, Rita Rocha, Sílvio Vieira, Tónan
Quito
cenografia André
Guedes
figurinos José
António Tenente
desenho de luz José Álvaro Correia |
desenho de som Sérgio Henriques
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23h20
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24h00 – Hora prevista de chegada a Torres
Vedras.
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Um sítio para ler, escrever, pensar sobre livros, escritores, temas de atualidade, dirigido sobretudo aos alunos de Português do ensino secundário.
Total visualizações
28 fevereiro 2019
LISBOA - VISITA - cronograma (A e B)
26 fevereiro 2019
11 fevereiro 2019
Concurso Nacional de Leitura 2019
Concurso Nacional de Leitura
13ª Edição – 2018|2019
Normas de Participação da Fase Municipal Torres
Vedras
Auditório dos Paços do Concelho de Torres Vedras,
20 fevereiro de 2019, das 10h00 às 17h00
Esta fase tem a
organização da Câmara Municipal/ Biblioteca Municipal de Torres Vedras.
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Ensino Secundário
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A Fase Municipal é constituída pelas seguintes provas:
Ø Uma prova escrita, pelas 10h00 - alunos de todos os ciclos;
Ø Duas provas orais, pelas 14h00 - alunos de todos os ciclos.
Provas orais:
1) Argumentação:
a) Resposta a uma pergunta sobre a obra lida (prova escrita);
b) Resposta a uma pergunta sobre o texto pré-selecionado pelo aluno
2) Leitura expressiva de um excerto pré-selecionado pelo aluno.
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Prova prova escrita - de escolha múltipla, com 20 perguntas por livro
selecionado, com 3 respostas optativas por pergunta.
A prova escrita terá a duração de 30 minutos.
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Provas Orais em Palco:
1) Argumentação
Uma pergunta sobre a obra de leitura obrigatória e uma pergunta
sobre o excerto pré-selecionado
pelo aluno
Critérios de apuramento:
Ø Discurso fluente,
articulado, coerente e correto;
Ø Vocabulário variado e
rico;
Ø Apreciação Global do
livro;
Ø Capacidade Discursiva;
Ø Poder de argumentação;
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2) Leitura Expressiva de um texto
Para a prova de leitura expressiva todos os alunos devem levar um livro, previamente escolhido
por si, com um excerto da obra literária de texto narrativo, poético
ou dramático em língua portuguesa original ou traduzida. Os excertos deverão
ter, no mínimo, 20
linhas/ versos.
Critérios de apuramento:
Ø Expressividade – leitura
dinâmica com ênfase e vigor; entender e sentir o que se lê; criar
cumplicidade com o público;
Ø Postura corporal – ser
facial e corporalmente expressivo;
Ø Correção na Leitura –
boa dicção e o mínimo de erros de leitura;
Ø Ritmo – ritmo de leitura
padrão, de acordo com o que é aceitável à faixa etária;
Ø Pontuação – respeitar as
pausas da pontuação.
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Avaliação das provas:
Avaliação das provas:
» Prova Escrita: 50%
» Provas Orais: 50% = Argumentação 25% e Leitura expressiva 25%
Serão apurados 2 vencedores por cada nível de ensino para a fase
seguinte do CNL
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09 janeiro 2019
07 janeiro 2019
A América pelos Livros - Encontro com Isabel Lucas
Durante um ano, Isabel Lucas - jornalista, crítica literária, escritora - percorreu quase 100 000 km à procura da América, motivada pelos grandes romances americanos. O que encontrou? O que lhe escapou? Como foi escrever sobre essa experiência? O que esperar da literatura? Venha ouvir a autora ao Auditório da Escola Henriques Nogueira, no dia 10 de janeiro, às 9h30 ou às 11h00.
12 dezembro 2018
Apreciação crítica (exemplo)
O DISCURSOS DO REI
APRECIAÇÃO CRÍTICA (exemplo)
A II
Grande Guerra está prestes a explodir na Europa. O rei
George V está doente e caminhando para a morte.
Futuramente
o herdeiro do trono, o breve Rei Eduardo VIII abdica e deixa o comando para o seu
irmão mais novo, Albert Frederick Arthur George, ou
Bertie, para os mais íntimos. Bertie sofre de gaguez constante que não lhe permite
falar em público, exatamente no momento em que o povo mais precisa de uma voz
em tempos de crise. Para evitar futuras tragédias, Elizabeth, a sua mulher,
procura um especialista em problemas de voz fora dos padrões, Lionel Logue, que
promete curar a curiosa gaguez do rei temperamental.
O
argumento escrito por David Seidler parece ser centralizado no tratamento do
problema de Bertie. Mas, na verdade, o foco narrativo concentra-se totalmente
na amizade de Lionel e Bertie, num desenvolvimento conturbado, cheio de brigas
e desabafos, que encanta o espectador ao longo do filme. Bertie é apresentado
como uma figura constrangida, incapaz, tímida e nervosa.
A
experiência adquirida pela gaguez de que o argumentista deste filme, David Seidler,
sofria, permitiu que o argumento se aproximasse de uma maneira realista,
mostrando as causas cruéis que a causam e as suas diferentes intensidades,
dependendo do meio: no ambiente familiar é quase ausente, em lugar público, é
constante e intensa.
Muitos
dos diálogos entre o especialista em problemas da voz e o Rei foram tirados
diretamente do diário de anotações do Lionel Logue real.
No
primeiro diálogo em que Colin Firth se encontra com Geoffrey Rush existe uma
frase extremamente irónica: Firth diz que timing não é o forte dele: “Timing
isn´t my strong suite”, quando na verdade o seu timing é perfeito e preciso. A
sua grande experiência no teatro permitiu ao ator os seus olhares e expressões
contidas de terror e desespero que evidenciam o enorme conflito interno que o
personagem passa – o que é bem evidente na primeira cena do filme.
A
sua postura durante a maior parte do filme é um pouco curvada, o que lentamente
vai corrigindo, conforme a autoconfiança começa a aumentar. E claro, o maior
destaque de sua atuação – a gaguez, vem de forma tão natural e espontânea para
ele, que é difícil acreditar que realmente se trata de uma atuação. O ator
soube controlar a gaguez e os compulsivos sons guturais, provando o trabalho
intenso que teve para exercitar a voz.
Geoffrey
Rush utilizando técnicas tiradas do teatro diverte o público com a sua personagem
extrovertida, cheia de caretas e respostas elaboradas nos diálogos com Firth.
Um depende do outro para brilhar, tanto que as melhores partes do filme são as
que eles contracenam juntos – uma verdadeira aula de teatro clássico. Helena
Boham Carter atua de maneira bem contida e elegante, coerente com o seu papel,
além de conseguir aproximar a sua personagem do público.
A
fotografia de Danny Cohen é pálida, fria e, de certa forma bucólica. As cores
mortas predominam e trabalham com belas texturas. E transforma a iluminação de
sombria para clara de acordo com o progresso do tratamento de Bertie e da
amizade com Lionel.
A
direção artística realizou um trabalho impecável na composição dos cenários, ou
seja, nos objetos com que os atores interagem, principalmente as réplicas dos
microfones. Um cenário que impressiona muito pela riqueza de detalhes e
fidelidade histórica. Trabalha várias vezes com espaços apertados como
corredores e quartos pequenos principalmente na casa do protagonista
conseguindo passar a impressão sufocante da gaguez incómoda da personagem.
Quanto
à banda sonora, em boa parte das músicas existe uma repetição de notas e
escalas que joga com a monotonia e repetição das sílabas e de sons que saem da
boca do Rei. Algumas até contam com uma longa pausa completamente sem som,
apenas com um violino constante e cruel a fim de deixar a cena mais angustiante
como a que se passa no Estádio de Wembley e também retratar o problema de
comunicação de que o Rei sofre. Os efeitos sonoros também são muito percetíveis
logo na primeira cena do filme onde a voz de Bertie ecoa no estádio por causa
das caixas de som e dos microfones precários da época.
O
maior mérito de Hooper foi ter conseguido criar um filme que agrada ao mesmo
tempo tanto aos mais críticos quanto ao grande público, aos que realmente
querem envolver-se em toda a história e cultura que ele tem a oferecer.
Matheus Fragata (texto adaptado)
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