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13 maio 2016

Acordo ortográfico ...acento ^

Na continuação das questões levantadas em aula, segue esclarecimento de dúvidas
 sobre acentuação - caso do acento circunflexo.


Acentuam-se com acento circunflexo:
a) As palavras oxítonas terminadas nas vogais tónicas fechadas que se grafam -e ou ­o, seguidas ou não de -s: cortês, dê, dês (de dar), lê, lês (de ler), português, você(s); avô(s), pôs (de pôr), robô(s);
b) As formas verbais oxítonas, quando conjugadas com os pronomes clíticos -lo(s) ou -la(s), ficam a terminar nas vogais tónicas fechadas que se grafam -e ou -o, após a assimilação e perda das consoantes finais grafadas -r, -s ou -z: detê-lo(s) [de deter-lo-(s)], fazê-la(s) [de fazer-la(s)], -lo(s) [de fez-lo(s)], -la(s) [de ver-la(s)], repô-la(s) [de repor-la(s)]…
A forma verbal pôr, para a distinguir da preposição por.
Obrigatoriamente, pôde (3ª pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo), que se distingue da correspondente forma do presente do indicativo (pode);
As palavras paroxítonas que contêm na sílaba tónica as vogais fechadas com a grafia a, e, o e que terminam em -l, -n, -r, ou -x, assim como as respetivas formas do plural, algumas das quais se tornam proparoxítonas:
cônsul (pl. cônsules), têxtil (pl. têxteis); cânone (pl. cânones), âmbar (pl. âmbares), Câncer, Tânger;
As formas verbais têm e vêm, 3.ª­s pessoas do plural do presente do indicativo de ter e vir, que são foneticamente paroxítonas, a fim de se distinguirem de tem e vem, 3ªs pessoas do singular do presente do indicativo ou 2ªs pessoas do singular do imperativo;
Recebem também acento circunflexo as correspondentes formas compostas, tais como: abstêm (cf. abstém), advêm (cf. advém), contêm (cf. contém), convêm (cf. convém), detêm (cf. detem), entretêm (cf. entretém), intervêm (cf. intervém), mantêm (cf. mantém), obtêm (cf. obtém), provêm (cf. provém), sobrevêm (cf. sobrevém).
As palavras paroxítonas que contêm, na sílaba tónica, as vogais fecha­das com a grafia a, e, o e que terminam em -ão(s), -eis, -i(s) ou -us: bênção(s), Estêvão, zângão(s); devêreis (de dever), escrevêsseis (de escrever), fôreis (de ser e ir), fôsseis (id.), pênseis (pl. de pênsil), têxteis (pl. de têxtil).
Prescinde-se de acento circunflexo
nas formas verbais paroxítonas que contêm um e tónico/tônico oral fechado em hiato com a terminação -em da 3ª pessoa do plural do presente do indicativo ou do conjuntivo, conforme os casos: creem, deem (conj.), descreem, desdeem (conj.), leem, preveem, redeem (conj.), releem, reveem, tresleem, veem.

11 maio 2016

Saramago, Memorial, nós

“falta em Portugal espírito crítico” José Saramago
Contra isso lutaram, à vossa escala, nestes trabalhos sobre Memorial do Convento que aqui ficam. Parabéns por isso.
 
“Os escritores não podem salvar nem o mundo nem o país em que vivem” José Saramago
Mas podem - com os seus livros - ajudar-nos a pensá-los, a ter vontade de ser e agir
no mundo que nos coube.

Memorial do Convento - Os Homens

 
Ouvir o trabalho de grupo - Os Homens  em Memorial -
na comunidade de leitores Palavras Cruzadas

06 maio 2016

Memorial do Convento - Contrastes Sociais

Novo trabalho do 12º A. Não deixem para 3ªfeira. Vão ouvindo os trabalhos e tomando notas, para a discussão ser produtiva e participada.

Memorial do Convento - análise crítica I

Vamos começar a publicar os trabalhos deste ano relativos à análise crítica do MEMORIAL DO CONVENTO, de José Saramago.

 
Nota: Este vídeo contém dois lapsos nas legendas, que as autoras emendarão entretanto. Publicamos, todavia, para dar tempo de se irem inteirando dos diferentes temas. Pedimos desculpas.

Faça o seu PAPEL!


Mais contributos para a seleção de informação visando os textos de reflexão.









E mais alguns contactos de organizações
 
 
 
 
 
 
 

Texto argumentativo


ARGUMENTAÇÃO – TEXTO ARGUMENTATIVO
      A introdução deve ser breve
 
      A introdução deve evitar frases vazias ou irrelevantes, a “palha” (ex: Há muitas opiniões diferentes sobre os efeitos da televisão”) ou ambíguas (“Por um lado concordo que a televisão é negativa para as crianças, mas por outro lado discordo”)
 
      Na introdução seja direto: “A televisão é um meio poderoso de aprendizagem e entretenimento” ou “A televisão tem muito mais vantagens do que desvantagens”
 
      Concentre-se no seu melhor argumento ou nos dois melhores argumentos (um argumento bem desenvolvido e exemplificado é melhor do que três argumentos em esboço/mal sustentados)
 
      Como regra: trate um ponto por parágrafo; mude de parágrafo só quando concluiu o/um raciocínio fundamentado; ligue os parágrafos entre si, através de articuladores frásicos ou de expressões de ligação: Assim; Contrariamente; Com efeito; Apesar do que foi dito; No que se refere a; Por todas estas razões;
 
      Se tem tendência a perder-se, use marcadores discursivos estruturadores da informação: …por duas razões… em primeiro lugar/em segundo lugar; por um lado/por outro lado
 
      Garanta a coesão: temporal (tempos/ modos verbais), interfrásica (pois, assim sendo, deste modo, logo, porém…) e lexical (substituições lexicais – por sinónimos ou hiperónimos, por ex.,para evitar repetições
 

Características essenciais do texto argumentativo:
 
Ø  O texto é concebido de forma a convencer ou a persuadir.
Ø  A tese defendida deve ser claramente identificada pelo destinatário.
Ø  O texto deve usar um registo adequado à situação, ao destinatário e ao tema.
Ø  Os argumentos utilizados devem ser diversificados quanto ao tipo: Universais / Proverbiais / Experiência pessoal/ Históricos / Exemplares / Científicos (consulta texto de apoio, no manual)
 
Ø O texto argumentativo deve começar por uma introdução, normalmente contida num só parágrafo; segue-se o desenvolvimento, em parágrafos, com os respetivos argumentos e contra-argumentos, seguidos de exemplos; finalmente, uma conclusão, de parágrafo único, que retoma a afirmação inicial provada ou contrariada.
Ø Os vários parágrafos devem estar encadeados uns nos outros pelos articuladores do discurso ou conectores lógicos (Ex: tempo passado-presente, causa-efeito-consequência, hipótese-solução, etc.).
Ø Tem de se escolher previamente, no plano, qual a lógica interna a seguir: é essa escolha que determina os conectores a usar; quem escreve tem de ter domínio sobre o texto e o seu encadeamento/ desenvolvimento.
 
 
Estrutura: TESE – PREMISSA – ARGUMENTOS - CONCLUSÃO
- Indicação do tema ou objeto de argumentação.
- Formulação da tese defendida.
- Demonstração, por meios de argumentos, de que é verdadeira.
- Conclusão (tenta-se convencer ou persuadir)
Ou
- Formulação da tese refutada.
- Consideração do ponto de vista adverso.
- Refutação por meio de contra-argumentos.
- Conclusão por ridicularização (ironia) ou por meio da razão
 
A organização do texto deve ser coesa e coerente. Na articulação lógica entre partes do texto, entre parágrafos e frases usar:
Articuladores Argumentativos
explicitar significa isto que, explicitando melhor, não se pretende com isto, quer isto dizer, a saber, isto é, por outras palavras
para indicar ordem em primeiro lugar, primeiramente, em segundo lugar, seguidamente, em seguida, começando por, antes de mais, por último, por fim
exemplificação por exemplo, como se pode ver, assim, tome-se como exemplo, é o caso de, é o que acontece com
para reiterar, reafirmar retomando a questão, a meu ver, creio que, estou certo, em nosso entender
para concordar, provar, exprimir certeza efetivamente, com efeito, seguramente
para refutar, manifestar oposição, restringir ideias no entanto, mas, todavia, contudo, porém, apesar de, pelo contrário, ao contrário, por outro lado, com a ressalva de, em sentido contrário, refutando
para expressar condição, hipótese se, a menos que, a não ser que, desde que, supondo que, se por hipótese, admitindo que, exceto se, se por acaso
para estabelecer conexões de tempo então, após, depois, antes, agora, anteriormente, em seguida, seguidamente, quando, até que, a princípio, por fim
para referenciar espaço aqui, ali, lá, acolá, além, naquele lugar, o lugar onde, ao lado de, à esquerda, à direita, ao centro, no meio, mais adiante
para estabelecer conexões de causa porque, visto que, dado que, uma vez que, deriva de
para estabelecer conexões de consequência de tal modo que, de forma que, tanto que, e por isso, conduz a
para estabelecer conexões de fim para que, para, com o fim de, a fim de que, com o intuito de
para estabelecer relações aditivas e, ora, e também, e ainda
para estabelecer relações disjuntivas ou, ou então, seja...seja, quer...quer
para expressar semelhança, comparação do mesmo modo, tal como, pelo mesmo motivo, pela mesma razão, igualmente, assim como
para concluir finalmente, enfim, em conclusão, concluindo, para terminar, em suma, em síntese.

28 abril 2016

Planeta Terra

É este, é o nosso mundo.
 
Estar no mundo - sem ignorar o mundo!
 


 
 
 

Nações Unidas (filme)

Material de apoio às reflexões (grupo III)
 

 
FAZER A DIFERENÇA!

Informa-te! Consulta o sítio de organizações que fazem a diferença!
 
Organizações
 
 
 
 
 
 

Vaccines Save Lives

Mais exemplos para ajudar a pensar (textos de reflexão)





A outra escala...mas a mostrar que vale a pena e é possível


Mark Zuckerberg - 99% of His Facebook Shares to Charity


Malala |


Textos autobiográficos

 
 
 
 
 
 
A complementar as revisões, ficam exemplos, trabalhados no ano anterior, associados ao memorialismo, ao diário e a outros de natureza autobiográfica.
 
 



 
 
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  Recordações
 
  Somos a memória que temos, sem memória não saberíamos quem somos. Esta frase, brotada da minha cabeça há muitos anos, no fervor de uma das múltiplas conferências e entrevistas a que o meu trabalho de escritor me obrigou, além de me parecer, imediatamente, uma verdade primeira, daquelas que não admitem discussão, reveste-se de um equilíbrio formal, de uma harmonia entre os seus elementos que, pensava eu, contribuiria em muito para uma fácil memorização por parte de ouvintes e leitores. Até onde o meu orgulho vai, e apraz-me declarar que não chega muito longe, envaidecia-me ser o autor da frase, embora, por outro lado, a modéstia, que também não me falta de todo, me sussurrasse de vez em quando ao ouvido que tão certa era ela como afirmar com toda a seriedade que o sol nasce a oriente. Isto é, uma obviedade.
   Ora, até as coisas aparentemente mais óbvias, como parecia ser esta, podem ser questionadas em qualquer momento. É esse o caso da nossa memória, que, a julgar por informações recentíssimas, está pura e simplesmente em risco de desaparecer, integrando-se, por assim dizer, no grupo das espécies em vias de extinção. Segundo essas informações, publicadas em revistas científicas tão respeitáveis como a Nature e a Learn Mem, foi descoberta uma molécula, denominada ZIP (pelo nome não perca), capaz de apagar todas as memórias, boas ou más, felizes ou nefastas, deixando o cérebro livre da carga recordatória que vai acumulando ao longo da vida. A criança que acaba de nascer não tem memória e assim iríamos ficar nós também. Como dizia o outro, a ciência avança que é uma barbaridade, mas eu, a esta ciência não a quero. Habituei-me a ser o que a memória fez de mim e não estou de todo descontente com o resultado, ainda que os meus atos nem sempre tenham sido os mais merecedores. Sou um bicho da terra como qualquer ser humano, com qualidades e defeitos, com erros e acertos, deixem-me ficar assim. Com a minha memória, essa que eu sou. Não quero esquecer nada.
José Saramago





 
Terça-feira, 11 de Abril de 1944
Querida Kitty:
 (…) Há de chegar o dia em que esta guerra medonha acabará, há de chegar o dia em que também nós voltaremos a ser gente como os outros e não apenas judeus.
Naquela noite pensei que ia morrer. Esperava pela Polícia, estava preparada como os soldados no campo de batalha, prestes a sacrificar-me pela pátria. Agora que estou salva, o meu desejo é naturalizar-me holandesa depois da guerra.
Sinto-me cada vez mais independente dos meus pais. Embora seja muito nova ainda, sei, no entanto, que tenho mais coragem de viver e um sentido de justiça mais apurado, mais seguro do que a mãe. Sei o que quero, tenho uma finalidade, uma opinião, tenho fé e amor. Deixem-me ser eu mesma e estarei satisfeita. Tenho consciência de ser mulher, uma mulher com força interior e com muita coragem.
Se Deus me deixar viver, hei de ir mais longe de que a mãe. Não quero ficar insignificante. Quero conquistar o meu lugar no Mundo e trabalhar para a Humanidade.
O que sei é que a coragem e a alegria são os fatores mais importantes na vida!
            Tua Anne
Diário de Anne Frank (excerto)

20 abril 2016

Memorial do Convento - análise crítica



 Na sequência dos registos de aula, relativamente aos trabalhos de grupo de análise  crítica e reflexiva do Romance (temas selecionados), especifica-se (e relembra-se) quais os conteúdos e objetivos específicos do Programa para esta atividade, os quais se encontram a negrito. 






PROGRAMA 12º ANO - MEMORIAL DO CONVENTO

Conteúdos
 

. Textos narrativos e descritivos

. leitura literária – Memorial do Convento de José Saramago (leitura integral)

- categorias do texto narrativo

- estrutura

- dimensão simbólica/histórica

- visão crítica

- linguagem e estilo

Objetivos
 

Mobilizar conhecimentos prévios

Antecipar conteúdos a partir de indícios vários

Distinguir a matriz discursiva de vários tipos de texto

Determinar a intencionalidade comunicativa

Apreender os sentidos dos textos
 
Refletir sobre o funcionamento da língua

Reconhecer a dimensão estética e simbólica da língua

Argumentar e contra-argumentar

Contactar com autores do Património Cultural Português

Programar a produção da escrita e da oralidade observando as fases de planificação, execução, avaliação

Aplicar as regras da textualidade

Adequar o discurso à situação comunicativa

Utilizar técnicas de pesquisa em vários suportes

Aplicar regras de tomada de notas

Organizar a informação recolhida

Avaliar ideias, comportamentos e situações de modo crítico e autónomo


Créditos das imagens
http://oplantadordenaus.blogspot.pt/2015/11/barcarola-passarola.html

12 abril 2016

Memorial

Como combinado, ficam mais alguns elementos adicionais, relativos à síntese da matéria.
Registei só o essencial, para terem tempo de passar no caderno e refletir.



Mafra - Memorial do Convento

Aqui fica a informação essencial

Na sequência da reserva efetuada com os nossos serviços, serve este formulário para confirmar a marcação, devendo o professor responsável verificar se a mesma está correta e de acordo com o agendado.
O mesmo deverá ser impresso, preenchido, assinado e devolvido por mail: servicoseducativos@pnmafra.dgpc.pt, digitalizando a folha, ou por fax: 261817557, obrigatoriamente até dia ---23 de Abril de 2016--
 
DATA HORÁRIO: ATIVIDADE Nº ALUNOS Nº PROFS CUSTOS (IVA incluído) 30 de Abril 2016
11:00h Teatro (22 ou mais).......... 8.00€/aluno
14:30h Visita guiada (22 ou mais) .......... 81,40€
 
Informações importantes:
· O bilhete de entrada no Palácio é gratuito para o público escolar.
· A visita guiada “Memorial do Convento-Uma integração histórica” tem o preço de 3.70€ por aluno (máximo 30 por grupo), e o valor mínimo obrigatório de 74.00€ (para grupos até 20 alunos). O espetáculo de Teatro “Leitura Encenada do Memorial do Convento” tem o custo de 8.00€ por aluno. Por cada 15 alunos, um professor tem entrada gratuita. Os restantes acompanhantes pagam o valor de bilhete normal.
· Os pagamentos efetuam-se antes do início das atividades, pelo que a chegada ao Palácio deverá acontecer 15 minutos antes da hora marcada. O professor responsável deverá dirigir-se ao balcão de atendimento, onde um elemento dos nossos serviços o receberá, tratará dos procedimentos necessários e encaminhará para as atividades a desenvolver. (…)
· De acordo com as normas de segurança interna, não é permitido o transporte de sacos ou mochilas no decorrer da visita. Dado o elevado nº de visitantes, não temos capacidade no bengaleiro para guardar mochilas, pelo que as mesmas deverão ser deixadas no autocarro.
· O não cumprimento do estabelecido ou desistência sem aviso prévio (mínimo de 15 dias antes a data marcada) poderá implicar a anulação das marcações, bem como obrigar ao pagamento integral das mesmas. · Os dados fornecidos neste formulário serão considerados como efetivos para efeitos de reserva e pagamento.
· Para qualquer alteração ou esclarecimento, por favor contacte os nossos serviços através do telefone 261817554.
 

11 abril 2016

estar no mundo

O egoísmo pessoal, o comodismo, a falta de generosidade, as pequenas cobardias do quotidiano, tudo isto contribui para essa perniciosa forma de cegueira mental que consiste em estar no mundo e não ver o mundo, ou só ver dele o que, em cada momento, for susceptível de servir os nossos interesses.
José Saramago


Se eu tivesse de fugir do meu país por motivos de guerra, o que procuraria seria um país que me aceitasse, onde as pessoas me aceitassem como sou e que não sejam racistas por causa da minha etnia ou de onde venho, onde pudesse ter condições mínimas, como acesso à saúde,alimentação,habitação e escola. Mas principalmente gostaria de encontrar num país de asilo a felicidade que busco, por ter fugido do meu país que está em guerra.

Na minha mochila levaria:
telemóvel;carregador do telemóvel; dinheiro vivo; os meu documentos; água; medicamentos; kit de primeiros socorros; uma muda roupa ( camisola e calças);o máximo de comida possível.

Catarina Guerreiro nº5 12ºA
06 abril, 2016
 

Se eu tivesse que fugir , esperaria encontrar um lugar com melhores condições de vida, e esperaria ser aceite e encontrar alguém que me ajudasse a reconstruir a minha vida , alguém que me desse emprego e abrigo .

Na mochila levaria : água , comida , carregador do telemóvel, dinheiro , documentos pessoais ( identificação, etc) , e alguma roupa , pen drive com fotografias.
 
Bernardo Faustino, 12º A
7 abril, 2016

O mundo é o inferno. Não vale a pena ameaçarem-nos com outro inferno porque já estamos nele. A questão é saber como é que saímos dele.  
José Saramago
 

06 abril 2016

E se fosse eu? - reflexões

REFUGIADOS
Breves reflexões realizadas em aula no âmbito da iniciativa «E se fosse eu?»
 
Se tivesses de fugir do teu país - o que esperarias encontar?

- um exercício de se pôr no lugar do outro -



«Uma vez que saio de uma zona de guerra, o objetivo primordial é encontrar a paz, um lugar em que posso viver sem o sentimento contínuo de insegurança e medo.
Esperava ser recebido num comunidade que me desse um "abrigo" temporário, até que me conseguisse integrar socialmente, e poder desempenhar um trabalho sem ser escravizado. Viver num sociedade em que não sou julgado pela minha origem e me deixassem fazer parte dela, sentir uma certa inclusão.»

Rodrigo Gomes, 12º A, 6 de abril.

E se fosse eu? - a mochila do presidente

O Presidente da República aderiu à campanha "E se fosse eu?", promovida pela Plataforma de Apoio aos Refugiados. À TSF, Marcelo Rebelo de Sousa revelou o que levaria. Ouvir
 
Os livros que o Presidente levaria
 
 


 
 
Aguarda-se a publicação, nos comentários, dos pequenos textos do 12º A
integrados na iniciativa "E se fosse eu?"

A escrita de Saramago

«Dentro de nós há uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos» J. Saramago (biografia)
 
Como prometido, ficam os diapositivos com a informação complementar a utilizar na aula de exploração da linguagem e do estilo de Memorial do Convento.
 
«Fala-se como se faz música, com sons e com pausas» J. Saramago

 
Ver Manual pp. 214 e 271-272

04 abril 2016

E se fosse eu?

Olha!
Sim, é mesmo contigo que estamos a falar!
Sabes o que quer dizer «Deixar tudo para trás?»
 
E se fosses tu?
 

 
 
 
Imagem: Fara, de dois anos, dorme na Jordânia; ela foi uma das crianças refugiadas retratadas na série 'Onde as crianças dormem', de Magnus Wennman (Foto: Magnus Wennman/Aftonbladet)