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14 fevereiro 2016

Lisboa enquanto microcosmos

Uma breve lembrança do longo dia  12.
Quem tiver boas imagens dos espaços e do grupo envie, para se criar um ficheiro único, que servirá de apoio ao documentário (de registo e avaliação).

MUSEU DA FARMÁCIA 
A evolução do conhecimento 
e da forma de lidar com a doença/a saúde: 
da pré-história à época espacial

Uma viagem por todos os continentes 
com testemunhos de: Egito, Grécia, Roma, Civilizações pré-columbianas, China... 









O Século XX

O século XXI
***
TEATRO NACIONAL DE S. CARLOS




***
 MUSEU DO ALJUBE








As Lisboas de que Lisboa é feita - eras sobre eras, camadas sobrepostas, vidas, memórias, espaços em diálogo -
 Vista do Museu do Aljube: parte dos contrafortes e arcobotantes da Sé de Lisboa. 
Casario da atual freguesia de Santa Maria Maior. Ao fundo, o Tejo.

11 fevereiro 2016

Clássico - joga-se dia 12 em Lisboa

Todos a postos para um «derby» inesquecível!

Noite de 12 de fevereiro de 2016, Lisboa - o Norte desce à capital para defrontar o Sul ... 
Não, não é no Estádio da Luz: 
é no TEATRO NACIONAL D. MARIA II.
Não, não é Porto-Benfica: é Cristãos-Mouros!


O que é Teatro «erudito»? O que é Teatro «popular»? 
De que falamos quando falamos de um «Auto popular»?  
É possível misturar num só espetáculo erudição e tradição popular, amador e profissional, norte e sul...
E fazê-lo na sala nobre do nosso Teatro Nacional?

...é o que vamos ver!




Tradições orais populares e fontes letradas 
da literatura erudita 

Treinador, jogadores e equipa técnica
responsáveis por esta aventura
 Distribuição do jogo - alinhamento das Equipas
Mouros v/s Cristãos 

 Esquema tático



Fonte: Dossiê pedagógico facultado pelo Teatro Nacional D. Maria II.

Museu


O piso 1 aborda a ascensão e queda dos fascismos e disponibiliza uma breve história de Portugal entre 1890 e 1976, mostrando igualmente exemplos do que foi a censura sobre os meios de comunicação social e a produção livreira e discográfica durante a ditadura (1926-1974). Segue-se a referência às "certezas indiscutíveis" do regime de Salazar ("Deus, Pátria e Família") e, em contraponto, a importância da imprensa clandestina, como único veículo de informações sobre o que realmente se passava no país e no mundo, assumindo a expressão livre de ideias e convicções. A clandestinidade é igualmente evocada, enquanto modo de resistência, quando todos os que não se vergavam à ditadura eram vistos e tratados como suspeitos. Do mesmo modo, ilustra-se o que foi a natureza tentacular da polícia política em Portugal e o papel dos tribunais políticos, meros executores das ordens da polícia e dos seus responsáveis.



Caricaturas de Salazar pelo pintor e cartoonista João Abel Manta

No Piso 2, ilustra-se como foram muitos e diversificados os modos de organização da resistência antifascista. Do plano individual ao coletivo, em diferentes contextos sociais, políticos e ideológicos, milhares de homens e mulheres dedicaram a sua vida ao combate contra o regime instalado em Portugal.
De modo sucinto, resume-se o funcionamento conjugado do poder policial e judicial da ditadura, mostrando as suas diferentes etapas a partir do momento em que alguém era detido.
Os processos de identificação dos presos, a natureza dos interrogatórios, geralmente violentos e de grande pressão psicológica e a utilização sistemática da tortura são outros temas abordados, mostrando-se igualmente a complexa teia de prisões e campos de concentração instalados nas diferentes colónias, para onde era frequente a deportação arbitrária dos presos.
A resistência dos homens e mulheres encarcerados sempre se exprimiu através de mil e uma maneiras, designadamente pela sua organização clandestina e pela preparação de fugas, individuais ou coletivas.
Finalmente recorda-se neste piso o isolamento prolongado em celas disciplinares ou, como foi o caso na Cadeia do Aljube, em celas de dimensões mínimas (os curros ou gavetas), que foi uma das práticas de tortura mais usada pela polícia política, tendo em vista destruir a capacidade de resistência dos presos.

Exemplo de corte aplicado pela censura
No Piso 3, o visitante pode conhecer aspetos marcantes do colonialismo, das lutas de libertação dos povos coloniais e da guerra colonial e, bem assim, da solidariedade de muitos portugueses com essa luta.
Neste piso evocam-se ainda muitos companheiros que ficaram pelo caminho, vítimas do sistema repressivo da ditadura.
A conquista da liberdade e da democracia a 25 de Abril de 1974 foi, sem dúvida, como escreveu Sophia de Mello Breyner Andresen, o dia inicial inteiro e limpo.
A exposição permanente termina com o empenhamento do Museu do Aljube na preservação e divulgação da Memória Histórica enquanto atos de Cultura e de Cidadania.



Fonte: as descrições do texto são retiradas da página do Museu - http://www.museudoaljube.pt/

Pessoa e Lisboa

Um dos muitos livros sobre Fernando Pessoa e a cidade de Lisboa 
Ler Mais, Ler Melhor - Lisboa nos Passos de Fernando Pessoa, de Marina Tavares Dias


Este ar baixo e nuvens paradas. O azul do céu estava sujo de branco transparente. (...)
Um silêncio frio. Os sons da rua como que foram cortados à faca. Sentiu-se, prolongadamente, como um mal-estar de tudo, um suspender cósmico da respiração. Parara o universo inteiro. Momentos, momentos, momentos. A treva encarvoou-se de silêncio.
Súbito, aço vivo, (...)
Que humano era o toque metálico dos eléctricos! Que paisagem alegre a simples chuva na rua ressuscitada do abismo!
Oh, Lisboa, meu lar!

Livro do Desassossego por Bernardo Soares.Vol.I. Fernando Pessoa



E desde novembro 2015, também, Pessoa e Lisboa em BD



08 fevereiro 2016

Lisboa - «Oh, Lisboa, meu lar!»

VISITA DE ESTUDO INTERDISCIPLINAR  
- Português+Biologia+Geografia - 
«Oh, Lisboa, meu lar!» F. Pessoa
  LISBOA.12FEV.2016 

Itinerário
12º A - VISITA DE ESTUDO INTERDISCIPLINAR – 12 FEV. 2012
8h30
Partida (Rua H. Nogueira)
10h00
Museu da Farmácia – Visita guiada
12h15
Teatro Nacional de S. Carlos - Visita guiada
15h00
Museu do Aljube – Visita guiada
16h30 Casco urbano - zona histórica

17h30
MUDE – Exposições – A COR É PARA TODOS! 
                                e MUSEU INFINITO

19h15
Jantar conjunto (R. Augusta)
21h00
Teatro D. Maria II 
Espetáculo Os doze pares de França

23h30
Regresso
 
****
Para uma aproveitamento cabal da visita ao Museu do Aljube, enquanto contextualização da peça Felizmente há luar!, de Luís Sttau Monteiro, devem ser lidos antecipadamente os textos de apoio do Manual sobre Portugal no tempo da ditadura (pp. 287, 288 e 291)



03 fevereiro 2016

Fernando Pessoa (s) em diálogo


 Alberto Caeiro e Álvaro de Campos 
-  fachada da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa -
Autor|Almada Negreiros, com base na descrição de F.P.na carta sobre a 'Génese dos heterónimos'