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10 maio 2011

Lavo, refresco, limpo os meus sentidos







"Dez horas da manhã"

"Lavo, refresco, limpo os meus sentidos.

E tangem-me, excitados, sacudidos,

O tacto, a vista, o ouvido, o gosto, o olfacto!"


Fotos: Inês Pereira | A. Catarina Luís, Márcia Santos, André Santos

Deambulações à maneira de Cesário

"Nas nossas ruas (...)"


Fotos de Inês Pereira


Cesário Verde

Oficina de poesia - a poética dos sentidos

"A mim, o que me rodeia é o que me preocupa"

Desafio: à maneira de Cesário, ter um olhar novo e atento sobre o real.





Fotos de A. Catarina Luís, Márcia Santos e André Santos

25 abril 2011

Esquemas, Citações e Indicações bibliográficas




ESCOLA SECUNDÁRIA HENRIQUES NOGUEIRA

PORTUGUÊS, 11º ANO

profª Noémia Santos

Como ler e fazer esquemas[1]

Um esquema é a representação e interpretação simplificada de uma realidade mais complexa. A sua utilização ajuda-nos a compreender e a recordar os acontecimentos, a estabelecer relações entre eles ou entre diversos factores e a compreender a influência que esses acontecimentos ou factores exercem uns sobre os outros.

Há vários tipos de esquemas: lineares, quando organizam a informação na horizontal e na vertical; circulares, se organizam a informação em círculo; piramidais, se a informação se dispõe em forma de pirâmide; e sistemáticos, quando a informação se organiza em forma de quadro, representando as relações de interdependência de um fenómeno.

Como ler um esquema

1º Identificar o seu conteúdo, isto é, o tema, a data e, eventualmente, o lugar;

2º Ler a informação tendo em conta os diferentes tons de cor, a forma, a direcção e espessura das setas de união.

3º Interpretar a informação, estabelecendo relações entre vários fenómenos, seguindo a direcção das setas. Uma seta pretende dizer-nos que um acontecimento ou um fenómeno teve “determinada consequência” ou “conduziu a”.

4º Escrever um comentário – começa por identificar o conteúdo, faz a descrição ordenada da informação e depois tira uma conclusão, que deve ser a interpretação das relações entre os diversos dados apresentados.

Para construir um esquema

1º Ordenar a informação.

2º Escolher o tipo de esquema mais adequado.

3º Utilizar a mesma cor e a mesma forma para todos os elementos de um mesmo tema.

4º Colocar adequadamente as setas, considerando que a ÷ significa causa/efeito e a seta ø quer dizer inter-relação.

5º Usar de forma correcta o traço mais espesso ou menos espesso e a linha contínua ou tracejada para expressar uma relação mais ou menos importante.

6º Escrever as palavras na horizontal e com letra legível.

Como fazer citações, notas e indicações bibliográficas[2]

1) Citações no texto
– citações curtas: em letra redonda e limitadas por aspas. Quando o texto citado contiver segmentos entre aspas, deverão, neste caso, usar-se aspas simples. Exemplo: “Tudo aquilo que aparece nas épocas cruciais da História é comparável com as ‘emergências’ de que falam os biólogos e certos filósofos”.

– citações longas (mais de quatro linhas): em parágrafo destacado no texto, avançado 1,5 cm à direita (Formatar > Parágrafo > Avanço > Esquerda: 1,5 / Direita: 0 // Format > Paragraph > left: 1,5 / right: 0), letra redonda, corpo 11, espaçamento simples, sem aspas. Exemplo:

Apesar da impossibilidade em que ainda hoje nos encontramos de elaborar um repertório completo e preciso dos centros de produção de livros, e de fornecer um apanhado quantitativo dessa produção por épocas e regiões determinadas, é, no entanto, possível delinear, de modo bastante exacto, as condições em que o livro era elaborado e difundido nos séculos XIII, XIV e XV.

2) Notas
Em rodapé, fonte Arial, letra redonda, corpo 8, espaçamento simples. As citações em notas seguem a norma adoptada para as citações curtas no texto.


3) Referências bibliográficas
Fazem-se abreviadamente em nota de rodapé. A forma abreviada remeterá para a bibliografia, a apresentar no final, e incluirá apelido(s) do(s) autor(es), primeira ou primeiras palavras do título e páginas citadas. Exemplos:

Na nota:
Anselmo, “Geografia”, pp. 34-35
Febvre, Martin, O Aparecimento, p. 12.

Na bibliografia:
ANSELMO, Artur, “Geografia da proto-imprensa cristã em Portugal”, Actas do Colóquio Sobre o Livro Antigo, Lisboa, 23-25 de Maio de 1988, coordenação de Maria Valentina Sul Mendes, Lisboa: Biblioteca Nacional, 1992, pp. 33-37

FEBVRE, Lucien, MARTIN, Henri-Jean, O Aparecimento do Livro, tradução de Henrique Tavares e Castro, revisão científica de Artur Anselmo, Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2000


Não serão usadas, nas notas, expressões como "op.cit." ou "idem" para indicar bibliografia.


4) Bibliografia

A lista de referências bibliográficas deverá ser organizada por ordem alfabética e apresentar-se em fonte Arial, corpo 11, espaçamento simples, espaço duplo entre cada entrada bibliográfica.

Vejam-se os exemplos acima, para registo de livro e de texto individual em volume colectivo. Eis exemplos de artigo em revista e de edição crítica:

Cepeda, Isabel Vilares, “Uma versão portuguesa do Libro de las Tres Creencias”, Revista da Biblioteca Nacional, série 2, vol.1, n.º 1-2, 1986, pp. 217-224

Livro das Obras de Garcia de Resende, edição crítica, estudo textológico e linguístico de Evelina Verdelho, Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1994


No caso de duas ou mais entradas bibliográficas do mesmo autor, o seu nome deverá ser sempre registado e nunca substituído por traço, aspas ou qualquer outro sinal.

O apelido do autor deve ser formatado em versaletes (maiúsculas pequenas).


[1] In página da Escola Secundária de Pedro Nunes .

Guiões de trabalho - Contrato de Leitura



Animação de leitura do livro PÓ DE ESTRELAS, de Jorge Sousa Braga,
no Café Império, 7 de Abril de 2011

A fim de melhor prepararem a intervenção em aula, a partilha de leituras e o texto de reflexão/opinião que terão de redigir, deixo os guiões de trabalho para cada um e para os grupos que tenham lido o mesmo livro, numa segunda fase. Podem imprimir ou fazer no caderno.

CONTRATO DE LEITURA

Identificação

Bibliográfica

Nomes do(s) aluno(s) leitor(es) deste livro

Género/Sub-género

Registo (sério, cómico, mordaz, crítico...)

Breve síntese do livro (não exceder 10 linhas)

Tema/problema/situação humana sobre a qual se reflecte

Aspectos/pontos geradores de possíveis diferenças de opinião ou controvérsia interpretativa


Frases/passagens lapidares [indicar página(s) ]

Contributos do livro para a compreensão da vida/das pessoas/do mundo

Aspecto menos conseguido/apreciado

Informações com interesse sobre o autor e a fortuna do livro

(edições, recepção do público/da crítica, possível adaptação ao cinema/teatro...)

CONTRATO DE LEITURA

Fase II

Agora que já discutiram o livro e registaram as vossas conclusões, está na altura de pensarem no TEXTO CRÍTICO. Assim:

  1. Leiam, com atenção, exemplos de CRÍTICA DE LIVROS publicadas em jornais e revistas, por ex., ler on-line:DN - http://www.dn.pt

Público - http://www.publico.pt/

Visão - http://aeiou.visao.pt/

  1. Decidam o tipo de crítica que desejam fazer, o registo que querem adoptar e planifiquem o texto (nos cadernos).
  1. Escrevam o vosso texto.

NOTA: Se houver computadores disponíveis e assim o preferirem, podem escrever directamente no blog.



Atenção turma A:
Há a maior brevidade em fazer esta tarefa, devido à data para a qual está marcado o exercício

Roubar Histórias às Estrelas

Uma noite de festa e de surpresas... quase 500 pessoas aceitaram o desafio!

Foi uma forma diferente de juntar a literatura e a ciência, o gosto pela escrita, pela leitura, pelas palavras, pela noite!

Quem tiver boas fotografias, mande para o meu e-mail ou leve para a escola! Vamos fazer um filme com tudo o que houver de melhor.








Sabores de Cada Saber


Um obrigada a todos os alunos que ajudaram a construir esta acção de partilha de saberes e leituras com a comunidade.






7 de Abril de 2011

03 abril 2011

Concurso Nacional de Leitura 2011

Carta para os senhores encarregados de educação

dos alunos participantes nas provas regionais

6 de Abril, Biblioteca Orlando Ribeiro, em Lisboa, 10h30

Saída de T. Vedras - 8h50

Alunos representantes da Escola:

Filipe F., Emanuel e Patrícia

11º ano


Autorização para captação de imagens, pela RTP


22 março 2011

ROUBAR HISTÓRIAS ÀS ESTRELAS

TEXTO PARA A EDA CONVIDAR A ENTRAR NA CASA DAS HISTÓRIAS


As estrelas são gulosas por histórias, que devoram, à noitinha, engordando, engordando, penduradas num estendal que existe no céu.


Os homens também gostam de histórias que costumam ler nas estrelas, abrindo-as devagarinho, para nelas descobrirem milhões de palavras que servem para perceber o mundo. Ora o “problema muito enorme” é que nem todas as estrelas gordas de histórias se deixam abrir.


Resta então, aos homens, roubar-lhes as suas histórias. Mas quando sobem ao céu, de foguetão, tentando chegar às estrelas, elas desmaiam fazendo nascer o dia. Só as mãos mais pequeninas, dos meninos e meninas, com meiguice, roubam histórias às estrelas. Não raro usam um feijoeiro mágico, para lá chegar.


Depois dos “Cantares às Estrelas”, feitos em voz doce, de mansinho, abrem-se agora as portas ao mundo: cá dentro vão ser “Espaços de Magia”, espaços para ouvir e contar, para ver mas também para experimentar.


Visitas guiadas, e outras não, pelas estrelas e poemas e por um grande feijoeiro feito escada. Mais ainda, “0 céu vai entrar na Fábrica”, pois aqui se vai falar das estrelas que não sendo as dos poetas se acreditam mais concretas. E até faremos uma Prova de Estrelas.


Será ao sabor e com os saberes das estrelas que, pelas 23 horas, regressaremos ao convívio da noite, mãe de todos os sonhos.

09 março 2011

Trabalhos para Alexander, Artem e Clyde


Trabalho integrado no tema da VISITA DE ESTUDO AO PORTO - 10 e 11 de Março

Para além da documentação que vos possa ser entregue após a visita, relacionada com as áreas científicas específicas (sobretudo Biologia e Física) aqui fica a tarefa de substituição:

Hipótese A

1) Almeida Garrett, Camilo Castelo Branco e Eça de Queirós são escritores do século XIX relacionados com o Porto.
No século XX-XXI, António Nobre, Agustina Bessa-Luís e Eugénio de Andrade são outros autores associados a esta cidade.
1.1.
Através da consulta criteriosa (e indicando a fonte), apresenta uma breve biografia (50-60 palavras) de cada um destes escritores, em que incluas: Nome completo, época em que vivem/viveram, obras mais importantes, género literário que mais cultivaram (romance, poesia, teatro...), relação com a cidade do Porto.



NOTAS:
  1. Não serão aceites, «cópias» ou trabalhos sem indicação clara da fonte.
  2. O trabalho de síntese deve ter entre 200 e 300 palavras.
  3. Os registos das informações devem ser feitos no caderno.
  4. A síntese é para publicar no blogue.

Hipótese B

1. O Porto é a segunda cidade de Portugal, cujo centro histórico está classificado como Património da Humanidade.

Das sua muitas instituições relevantes para a vida académica e cultural portuguesa e da Península, contam-se:
- Universidade do Porto
- Casa da Música
- Fundação de Serralves
- Museu Soares dos Reis

1.1. Consultando sítios de fiabilidade garantida, fazer o "Bilhete de Identidade" destas quatro instituições, registando:
fundação, área a que se dedicam, propósitos, importância, características especiais.
Adicionem pelo menos uma imagem para cada instituição.

NOTAS:
  1. O trabalho de síntese deve ter entre 200 e 300 palavras.
  2. Os registos das informações devem ser feitos no caderno.
  3. A síntese é para publicar no blogue.

07 março 2011

VISITA DE ESTUDO AO PORTO

uma cidade de cultura, de artes e de ideias
tradição e modernidade

10-11 Março
Itinerário



Dia 10, 5ª feira
8h00 - Partida de Torres Vedras
12h00 - Chegada, entrega de bagagens no Hotel e procedimentos de entrada
12h30-13h30 - Almoço volante e breve visita
13h30 - Encontro nos Aliados/Praça da Liberdade
14h15 - Casa Andresen, no Jardim Botânico - Visita a Exposição
16h00 - Visita ao Museu Romântico e à Casa Tait (grupos alternados)
17h30 - Passeio histórico-literário - do Palácio de Cristal aos Aliados (Casa Garrett, Cadeia da Relação, Faculdade de Ciências, Jardim da Cordoaria, Monumento a António Nobre, Livraria Lello, Torre dos Clérigos)
19h00 - 20h30 - Descanso
20h30 - Saída para Jantar - de S. Bento à Ribeira
21h00 - 23h00 - Jantar no Café da Ribeira e percurso pela zona da Ribeira, Casa Infante D. Henrique, Igreja de S. Francisco, Bolsa, Mercado Ferreira Borges. Regresso ao hotel, com passagem pelo centro histórico (em caso de bom tempo).

Dia 11, sexta-feira


8h00 - 8h45 - Pequeno-almoço
8h45-9h00 - Recolha de Bagagens e encontro na Praça da Liberdade
9h15 - Autocarro - dos Aliados à Boavista
10h00 - Visita guiada à Casa da Música
12h00 - 13h30 - Almoço
14h00 - da Boavista a Serralves
14h30 - Visita guiada à Exposição ÀS ARTES, CIDADÃOS
16h00-16h45 - Visita aos Jardins da Fundação de Serralves

17h00 - Regresso
21h00-21h30 - Chegada a Torres Vedras



Acompanham esta visita os docentes:

Dra. Noémia Santos, Português (Telefone de contacto - 96 330 21 62)
Dr. Jorge Rocha, Filosofia (Director de Turma do 11º B)
Dra. Conceição Esteves, Física (11º A)
Dra. Filipa Sousa, Biologia
Dra. Fernanda Cruz, Física (11º B)
Dra. Fernada Braz, Inglês
Dra. Paula Leal, Francês


24 fevereiro 2011

O cinema e o fim de século XIX





O ambiente simultaneamente fascinante e decadente do final do século XIX, onde já se adivinhava o fim de uma época e o advento de uma sociedade pautada por outros valores, deu ao cinema muitos motivos de reflexão e de grande beleza visual.

Um dos melhores filmes sobre a época - A Idade da Inocência,de Martin Scorcese, adaptação do livro de Edith Wharton.

A reconstituição do guarda-roupa e dos interiores custou fortunas, porque o realizador exigiu completo realismo e fidelidade, o que nos ajuda a perceber melhor a nossa obra.

27 janeiro 2011

Quem és tu? (filme de João Botelho)




Actores: Patrícia Guerreiro - Maria, Suzana Borges - Madalena, Rui Morrison - Manuel, José Pinto - Telmo, Rogério Samora - Frei Jorge.

Quem és Tu? - é um filme de João Botelho, saído em 2001, baseado em Frei Luís de Sousa, de Almeida Garrett. Apesar de algumas alterações da história, nomeadamente a inclusão inicial de narrativas associadas à Batalha e a D. Sebastião (com as quais Maria sonhava) o enredo essencial mantém-se. Os cenários do filme, com pouca luz, muitas sombras [fantasmas?] e sempre em recintos fechados têm grande importância, pois procuram traduzir que o espaço se vai fechando sobre as personagens, as vai aprisionando e limitando, num caminho progressivo e sem retorno.


Tragédia ou redenção?


Últimas cenas de Frei Luís de Sousa





Raúl de Carvalho ... Manuel da Sousa Coutinho/Frei Luís de Sousa
Maria Sampaio ... Madalena de Vilhena
Maria Dulce ... D. Maria de Noronha

17 janeiro 2011

ASTROBIOLOGIA Outros mundos, outras vidas?


A Astrobiologia reúne investigadores de diferentes ramos científicos no estudo da origem, evolução, distribuição e futuro da vida no Universo. Questões fundamentais como “O que é a vida?”, “Como viemos aqui parar?”, ou “Estamos sozinhos no Universo?” têm sido colocadas ao longo de diferentes gerações, mas só muito recentemente conseguimos reunir a tecnologia e o conhecimento necessários para procurar a sua resposta de um ponto de vista científico.


Num período de novas e importantes descobertas neste campo, a Ciência Viva lança o concurso “Astrobiologia: outros mundos, outras vidas?”, convidando os alunos do ensino secundário a debruçar-se sobre esta temática. Os vencedores (2 alunos e 1 professor) terão a oportunidade de participar no International Space Camp 2011, a realizar no U.S. Space & Rocket Center, nos EUA.


Público-Alvo
Alunos do ensino secundário.


Os vencedores do concurso “Astrobiologia: outros mundos, outras vidas?” terão a oportunidade de participar no International Space Camp 2011 em Huntsville, no Alabama, EUA.


Consulte o regulamento do concurso em: http://www.cienciaviva.pt/rede/space/home/astrobiologia.asp