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24 fevereiro 2011

O cinema e o fim de século XIX





O ambiente simultaneamente fascinante e decadente do final do século XIX, onde já se adivinhava o fim de uma época e o advento de uma sociedade pautada por outros valores, deu ao cinema muitos motivos de reflexão e de grande beleza visual.

Um dos melhores filmes sobre a época - A Idade da Inocência,de Martin Scorcese, adaptação do livro de Edith Wharton.

A reconstituição do guarda-roupa e dos interiores custou fortunas, porque o realizador exigiu completo realismo e fidelidade, o que nos ajuda a perceber melhor a nossa obra.

27 janeiro 2011

Quem és tu? (filme de João Botelho)




Actores: Patrícia Guerreiro - Maria, Suzana Borges - Madalena, Rui Morrison - Manuel, José Pinto - Telmo, Rogério Samora - Frei Jorge.

Quem és Tu? - é um filme de João Botelho, saído em 2001, baseado em Frei Luís de Sousa, de Almeida Garrett. Apesar de algumas alterações da história, nomeadamente a inclusão inicial de narrativas associadas à Batalha e a D. Sebastião (com as quais Maria sonhava) o enredo essencial mantém-se. Os cenários do filme, com pouca luz, muitas sombras [fantasmas?] e sempre em recintos fechados têm grande importância, pois procuram traduzir que o espaço se vai fechando sobre as personagens, as vai aprisionando e limitando, num caminho progressivo e sem retorno.


Tragédia ou redenção?


Últimas cenas de Frei Luís de Sousa





Raúl de Carvalho ... Manuel da Sousa Coutinho/Frei Luís de Sousa
Maria Sampaio ... Madalena de Vilhena
Maria Dulce ... D. Maria de Noronha

17 janeiro 2011

ASTROBIOLOGIA Outros mundos, outras vidas?


A Astrobiologia reúne investigadores de diferentes ramos científicos no estudo da origem, evolução, distribuição e futuro da vida no Universo. Questões fundamentais como “O que é a vida?”, “Como viemos aqui parar?”, ou “Estamos sozinhos no Universo?” têm sido colocadas ao longo de diferentes gerações, mas só muito recentemente conseguimos reunir a tecnologia e o conhecimento necessários para procurar a sua resposta de um ponto de vista científico.


Num período de novas e importantes descobertas neste campo, a Ciência Viva lança o concurso “Astrobiologia: outros mundos, outras vidas?”, convidando os alunos do ensino secundário a debruçar-se sobre esta temática. Os vencedores (2 alunos e 1 professor) terão a oportunidade de participar no International Space Camp 2011, a realizar no U.S. Space & Rocket Center, nos EUA.


Público-Alvo
Alunos do ensino secundário.


Os vencedores do concurso “Astrobiologia: outros mundos, outras vidas?” terão a oportunidade de participar no International Space Camp 2011 em Huntsville, no Alabama, EUA.


Consulte o regulamento do concurso em: http://www.cienciaviva.pt/rede/space/home/astrobiologia.asp

19 dezembro 2010

O amor não é um simples bater de coração


Ao reflectir sobre o texto de Miguel Esteves Cardoso O Elogio ao amor vim confirmar o que já pensava.

O amor já não é como antigamente, agora fazem dele uma diversão, um contrato. Não sabem que é amar de verdade, o que é ser amado e respeitado. Amam só por amar, para puderem dizer a alguém que têm namorada ou namorado, só para se fazerem passar por pessoas "adultas e responsáveis", só porque têm namorado (a).

Mas esquecem - se que com essas atitudes a verdade deste sentimento e a sua descoberta lhes passam ao lado, pois vivem naquela ilusão permanentemente. Apaixonam - se por um colega só porque são os melhores amigos e aquela pessoa está sempre ali ao lado, não se apercebendo que estão a confundir amor com um grande amizade. as pessoas de hoje são impacientes não sabem viver uma vida a dois, pois cada um tem que levar avante a sua vontade não se acordando e respeitando mutuamente, levando isto a uma permanência de discussões por coisas mínimas. Mas para mim o amor é algo muito forte que nos liga a outra pessoa não por amizade mas por um sentimento de afecto, paixão, confiança, respeito. Isto sim é um amor de verdade.
O amor não é um simples bater de coração é algo muito mais forte é um amor ardente.
Amar é unir - se ao seu parceiro e tornarem - se num só unidos pelo amor, prontos a atravessar todas as barreiras juntos.


Maryline 11ºB

17 Dezembro, 2010 21:53

18 dezembro 2010

Intermitências

Este livro é uma reflexão sobre a morte, referindo que a mesma deixou de tirar a vida dos indivíduos de um certo país, perspectivando a reflexão do leitor sobre as consequências de não morrer, pois todos nós achamos que se não morrêssemos ou que se soubéssemos quando iríamos falecer seria muito melhor. Saramago mostra o contrário.

žUm dos aspectos que gerou alguma controvérsia interpretativa foi o facto de se desconhecer o país onde a morte fez greve. Alguns elementos defendiam que era Portugal, apoiados na expressão “ Foi muito fácil. Sabendo-se que o país em que tudo isto se passa tem mais ou menos dez milhões de habitantes…” e no facto do autor ser português.
Frases:
ž“No dia seguinte ninguém morreu.”

ž“… venho informar de que a partir da meia-noite de hoje se voltará a morrer tal como sucedia…”

ž“A morte voltou para a cama, abraçou-se ao homem e, sem compreender o que lhe estava a suceder, ela que nunca dormia, sentiu que o sono lhe fazia descair suavemente as pálpebras. No dia seguinte ninguém morreu.”

žEste foi o antepenúltimo livro de José Saramago e foi escrito numa fase já final da sua vida. O Nobel da Literatura nesta obra retrata a morte (um tema aterrador para a maioria das pessoas) com alguma comicidade e daqui podemos tirar duas conclusões divergentes:
- O autor poderá já levar a morte como apenas mais uma etapa da sua longa caminhada e não se encontra receoso com a sua chegada;
- Por outro lado, devido à proximidade do final da sua vida e ao medo que sente tenta minimizar esse problema, tratando-o com comicidade.


Excerto do ppt apresentado pelos colegas:
Bernardo Brasil, Daniel Miranda, Eda Garcês e Francisco Reis, do 11º A

17 dezembro 2010

Mais um contributo : Voto aos 16, sim ou não?

"Escolhas"

Voto aos 16, sim ou não?

Um dos temas importantes actualmente é o do funcionamento da democracia: se a democracia pode ser melhorada, como? Como é que se pode estimular a participação dos cidadãos? Neste contexto podemos questionar-nos sobre qual a melhor idade para iniciar o voto; o sufrágio universal é um direito conquistado em Portugal na sequência do 25 de Abril de 1974 e devemos ter a responsabilidade de continuar a defender esse direito; mais do que uma responsabilidade é um dever absoluto e sagrado.

A partir de que idade é que devemos ter obrigação de cumprir esse dever? Esta questão é fundamental, sobretudo para os mais jovens até aos 18 anos. O nosso ponto de vista é de que o voto deve ser um direito e um dever a partir dos 16 anos. Provavelmente muitas pessoas discordaram da nossa opinião, mas iremos fundamentá-la com argumentos indiscutíveis.

1º argumento:
É a partir dos 16 anos que os cidadãos adquirem um conjunto de direitos e deveres significativos que têm consequências importantes para a sociedade, que implicam consciência e responsabilidade: podemos ser presos e julgados em tribunal como adultos, podemos casar, podemos trabalhar e descontar para o Estado. Em qualquer um destes exemplos estão impostas obrigações tão sérias como as que estão associadas ao voto.

2º argumento:
Ao iniciar-se, através do voto, uma participação mais jovem dos cidadãos da democracia, iria ser estimulado o seu envolvimento no sistema democrático e na sociedade prevenindo o abstencionismo, que é cada vez mais elevado, e promovendo a civilidade, o sentimento de pertença e de integração social.

3º argumento:
Ao constituir-se como direito a partir dos 16 anos o sufrágio seria uma forma de reforçar a liberdade civil dos cidadãos; a liberdade de participar, exprimir a sua opinião, o direito de ser ouvido. Ver reconhecida esta liberdade e este direito é também uma questão de justiça no sentido em que a partir desta idade já somos membros plenos da sociedade.

4º argumento:
A partir dos 16 anos qualquer cidadão tem capacidade para votar, para fazer uma opção política, para escolher uma orientação para a sua sociedade, para criticar as diferentes posições politicas e fundamentar uma decisão de voto. Haverá gente inconsciente aos 16 anos, certamente; mas tal ocorre em todas as idades.

Objecções possíveis:
a) Se considera que um jovem de 16 anos ainda não tem maturidade para votar.
b) Se considera que um jovem de 16 anos não tenha conhecimento para intervir politicamente com qualidade.

No entanto:
a) Refutação do argumento:
Um jovem com 16 anos já tem muitos conhecimentos e experiência de vida; está na fase final do secundário já estudou muitas disciplinas, já fez muitos testes; já teve de fazer escolhas e opções de áreas de estudo. Será que votar exige mais conhecimentos do que estes que já foram adquiridos?



Ana Catarina Luís
André Santos
Maryline Matos
11ºB

16 Dezembro, 2010 23:14


Imagem: biaamorim.blogspot.com


Sociedade e violência


Sempre foi do meu conhecimento que a Suécia era detentora de tais virtudes. Fui alvo da minha própria ignorância quando, na apresentação das obras literárias do Contrato de Leitura, a professora Noémia Santos referiu que por detrás de todas as rectidões que a sociedade sueca ostentava também vive a mais vil violência.

Serão os suecos capazes do melhor e do pior?

Foi a primeira questão que me veio à cabeça, e confesso que a minha ideia acerca da sociedade sueca mudou, por momentos. Não estou suficiente informado para comentar o grau de violência existente e, por consequência, sinto-me inapto para criar uma possível crítica. Em vez disso, tentei criar indícios que atenuem o furor do assunto em causa.

O facto de a Suécia ser uma sociedade muito bem vista, de ter um nível elevado de organização e cultura, põe-na num patamar muito elevado. E, como diz o ditado, quanto mais alto se sobe maior é a queda; o menor defeito poderia tornar-se um escândalo.

A ideia que quero dar é que a causa do impacto deste assunto nas pessoas poderá ter a ver com o contraste existente entre as virtudes e defeitos da sociedade sueca. Existem países com maiores indicativos de violência; no entanto, e infelizmente, não são motivo de grande choque, dado que são alvos de desinteresse devido a actos de violência constantes. Por isso, não seria justo atirar juízos imprudentes sem antes reflectir seriamente acerca da matéria. Um debate seria mesmo o ideal.

Com os melhores cumprimentos.

Gonçalo Brás Gomes

13 Dezembro, 2010 23:01


Imagem: cena do filme de Ingmar Bergman, o mais conhecido realizador de cinema da Suécia, que muito antes do livro que andamos a ler, retratou estas questões das pequenas e grandes violências existentes do interior da sua sociedade. Em: http://www.cinepersona.com/2010/01/ingmar-bergman-o-cineasta-da-alma.html

Voto aos 16, sim ou não?


Segundo a nossa legislação somos maiores de idade a partir dos 18 anos. Idade que nos abre a porta ao voto legislativo, a poder tirar a carta de condução de veículos ligeiros e a poder trabalhar a tempo inteiro.

Mas começamos a ter deveres com a sociedade mais cedo, aos 16 anos. Até aos 16 anos os nossos pais ou tutores são responsáveis, pelos nossos actos, mas a partir daí somos vistos e tratados pela sociedade como jovens adultos, tendo de obedecer as normas estabelecidas para quem é considerado adulto, ou seja, numa pessoa com idade igual ou superior a 18 anos.

Aos 16 podemos integrar a sociedade activa, ter o nosso primeiro emprego, descontar para a segurança social e para as finanças, começar a tirar a carta de condução de motorizada, servindo o exame de código deste para a carta de condução de veículos ligeiros. Podemos também pensar em casar e constituir família e caso cometamos algum crime grave, seremos julgados aos olhos da justiça como adultos, sendo a pena aplicada a um indivíduo de 16 como se tivesse 18.

Será justo que um jovem de 16 anos, que tem “maturidade” suficiente para cumprir com determinados requisitos para a sociedade, não seja tratado como um adulto, e não lhe sejam atribuídos os mesmos direitos que aos adultos, nomeadamente no que diz respeito ao voto obrigatório?

Se entre os 15/16 somos “obrigados” a fazer escolhas quanto ao nosso futuro, nomeadamente se continuamos ou não o nosso percurso escolar, para que área devemos de ir, que profissão/ escola devemos escolher… Porque razão não nos deixam escolher também os destinos do país?

Trabalho realizado por:
Carla Teotónio
José Freitas
Inês Morais
Marta Carmona

12 Dezembro, 2010 17:11

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16 dezembro 2010

Crónica de MEC

José Saramago e Pilar del Rio

Elogio ao amor

Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas. Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la. Muito do que se segue pode ser, por isso, incompreensível. A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber. Não é por falta de clareza. Serei muito claro. Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo.

O que quero é fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já n

inguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.

Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo".

O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.

Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?

O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da da, nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. (…) Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar.

O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não é para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende.

O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a Vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também.

Miguel Esteves Cardoso, in Expresso

Miguel Vicente Esteves Cardoso (Lisboa, 1955) é um crítico, escritor, tradutor e jornalista português. É filho de pai português e mãe inglesa, e o facto de ser bilingue deu-lhe uma visão distanciada de Portugal e dos Portugueses, tema de muitas das suas crónicas. Licenciou-se e doutorou-se em Inglaterra. Escreveu peças de teatro, dois romances - A Vida Inteira e O Cemitério de Raparigas, letras de canções (para Sétima Legião, Balla), mas é sobretudo conhecido pelas crónicas que tem publicado ao longo dos anos em vários jornais, reunidas nos volumes Escrita Pop e A Causa das Coisas. Também se dedicou ao ensaio, à crítica literária e cinematográfica e à tradução.




Geralmente não se conservam coisas ''podres''



Acho surpreendente o facto de a situação descrita pelo Padre António Vieira, e outrora por Santo António, ainda estar viva nos dias de hoje. Com tanta acção missionária existente desde aquela altura até aos nossos dias, a corrupção já deveria estar extinta, mas não é o caso. Apesar de já não existir escravização evidente, prevalecem outros problemas com mais ou menos a mesma magnitude, como por exemplo: a existência de montes de crianças a viverem em extrema pobreza, cuindando o estado de tais situações.


É estranho sermos um dos países, pelo menos da União Europeia, com uma maior taxa de crença cristã, mas mesmo assim temos 300 mil crianças a viver em extrema pobreza.

Passaram-se 400 anos e a nossa corrupção ainda não passou. Será que há solução? Porque é que ainda existem missionários e igrejas se passados 4 séculos continua tudo na mesma ou, mesmo, ainda pior?
Geralmente não se conservam coisas já estragadas / ''podres'' e se calhar é por isso que a nossa corrupção não nos

é arrancada. Será que fomos, somos e seremos sempre ''podres'' ?

Eda Garcês 11 A

07 Dezembro, 2010 18:30


Imagens em: amigosdasveredas.blogspot.com


07 dezembro 2010

Desafios


Cabeça Vazia
Não a deixes ficar vazia!
Não a enchas de porcaria!
Be smart!

Não arrisques! É melhor desde já activar os neurónios críticos: antes de o período terminar, aceita o desafio de comentar os textos, cartoons ou vídeos publicados. Há para todos os gostos - Internet, discurso de Obama, entrevista a Saramago, vídeos, livros, imagens críticas...

Lembro que há vários textos dos colegas, sobretudo de análise ou escrita de discursos argumentativos.

30 novembro 2010

Ainda: A Rapariga que Roubava Livros


Afinal, encontrei o trailer


Apresentação da biografia de Stieg Larsson e comentário crítico sobre a trilogia do Milennium.

O livro não é fácil...mas a vida também não.

Stieg Larsson no cinema


Tal como foi referido na sessão de hoje, na Biblioteca, pela profª Paula V., o livro Os Homens que Odeiam as Mulheres já foi adaptado ao cinema.

Aqui fica a apresentação. É duro, como o livro. Cabe-vos julgar se tal dureza vale a pena.



Fernando Pessoa morreu há 75 anos. Ou talvez não...

Fernando António Nogueira Pessoa (13 de Junho de 1888 - 30 de Novembro de 1935)

Os Homens que Odeiam as Mulheres





Pode uma sociedade organizada, discreta, com cidadãos cultos e informados, albergar no seu interior a mais abjecta e silenciada violência?

Sim, pode. É esta verdade dolorosa que o jornalista e escritor Stieg Larsson nos propõe conhecer.



29 novembro 2010

A Rapariga que Roubava Livros


Num tempo em que alguns homens os queimavam!




28 novembro 2010

1942 - Levou a guerra mais perto da Rua Himmel


«O Diário da Morte: 1942. /Foi um ano para a eternidade, como 79, como 1346, para citar apenas alguns.»
P. 265


ANO 79

POMPEIA: Aos XXVI dias do mês de Augustus, Ano Primeiro do Império de Titus.

Torna-se evidente agora que o que vimos, e estamos vendo, é a maior catástrofe na História de nosso mundo, e que os deuses fizeram cair sobre a região de Campânia, em particular sobre a cidade de Pompeia, uma tragédia como ninguém experimentou antes. Há três dias, o ventre da terra explodiu nas vizinhanças, e reduziu este belo lugar a pó e cinzas, e ninguém conhecerá a razão.


Pompeia
Erupção do Vesúvio

Ano 1346

A "Peste Negra"

Muito do imaginário europeu sobre o final da Idade Média, século XIV, está ligado a um acontecimento absolutamente trágico - um dos mais trágicos de sempre, tendo em conta as consequências: a morte dizimou entre 30 e 40% da população europeia - várias dezenas de milhões de mortos.


1939-1945

Segunda Guerra Mundial foi o conflito que mais vítimas causou em toda a história da humanidade:50 milhões de mortos!


Desenho incluído no livro feito por Max, o pugilista judeu, na cave, utilizando as folhas de Mein Kampf; página a página essas folhas transformam-se em «esboços que, para ele, resumiam os acontecimentos que tinham tocado a sua vida anterior por uma outra.»

p. 240

O livro, o autor, a crítica



Markus Zusak





Crítica literária de Eduardo Pitta sobre A Rapariga que Roubava Livros




... Ao longo dos anos, Liesel continuará a dedicar-se à prática de roubar livros e a encontrar-se com a morte


“Zusak não só cria uma história original e enfeitiçante, como escreve com poesia… Uma narrativa extraordinária.”

School Library Journal

“Uma narrativa absorvente e marcante.”

Washington Post

“Uma história poderosa.”

Booklist

“Brilhante… É um daqueles livros que podem mudar a nossa vida…”

New York Times

“Perturbador e poético ao mesmo tempo…Parece bem colocado para se tornar um clássico.”

USA Today

“Inquietante, desafiante, triunfante e trágico… Um livro de grande fôlego, escrito de forma soberba… É impossível parar de o ler.”

Guardian

“Um livro extraordinário, marcante, de grande beleza.”

Sunday Telegraph

“Aos trinta anos, Zusak escreveu um dos livros australianos mais invulgares e cativantes de sempre.”

The Age (Austrália)