Total visualizações

07 novembro 2009

Fernando Pessoa - quem «são»?


«Cumpre-me agora dizer que espécie de homem sou. Não importa o meu nome, nem quaisquer outros pormenores externos que me digam respeito. É acerca do meu carácter que se impõe dizer algo.Toda a constituição do meu espírito é de hesitação e dúvida. Para mim, nada é nem pode ser positivo; todas as coisas oscilam em torno de mim, e eu com elas, incerto para mim próprio. Tudo para mim é incoerência e mutação. Tudo é mistério, e tudo é prenhe de significado.» F.Pessoa

«Os meus escritos, todos eles ficaram por acabar; sempre se interpunham novos pensamentos, extraordinárias, inexpulsáveis associações de ideias cujo termo era o infinito. Não posso evitar o ódio que os meus pensamentos têm a acabar seja o que for; uma coisa simples suscita dez mil pensamentos, e destes dez mil pensamentos brotam dez mil inter-associacões, e não tenho força de vontade para os eliminar ou deter, nem para os reunir num só pensamento central em que se percam os pormenores sem importância mas a eles associados.»

F.Pessoa

«Se depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia, Não há nada mais simples. Tem só duas datas - a da minha nascença e a da minha morte. Entre uma e outra todos os dias são meus.» F.P.



Fernando Pessoa pode não ter existido... A sua poesia, sim! A CASA FERNANDO PESSOA está em festa. Ouve a notícia aqui.
Os dois quadros de Pessoa aqui reproduzidos são da autoria de Costa Pinheiro.

25 outubro 2009

Que futuro?



Uma nova natureza?
Para finalizar o tema do debate, deixo-vos com uma excepcional entrevista com o guru mundial dos estudos sobre a internet e o consumo de produtos audio-visuais, Jeffrey Cole, investigador americano da universidade de South California, o qual esteve recentemente em Lisboa, para dar uma conferência sobre o tema.
(ver vídeo)



Quero os vossos comentários, reflexões, opiniões!

Literatura e tecnologia – Porquê separar algo compatível?


Sobre o texto abaixo, teci vários comentários que a todos importa ler, para quando fizerem textos. Não se esqueçam de os consultar.

É de conhecimento geral o constante contraste feito entre a cultura escrita e a audiovisual, o que, a meu ver, é desnecessário. Estamos em pleno séc. XXI, e estes dois meios não têm que ser, de modo algum, considerados inconciliáveis. De maneira a justificá-lo, irei argumentar ao longo do texto, tanto a favor da literatura como dos meios audiovisuais, demonstrando a sua compatibilidade.

Existente há milhares de anos, a escrita é uma ferramenta fundamental na comunicação entre seres humanos, não podendo jamais ser substituída por qualquer outro meio de comunicação. A literatura estimula a nossa curiosidade, desafia os nossos conhecimentos, proporcionando-nos um enriquecimento cultural extraordinário. Por experiência própria, posso dizer que ao ler um livro tomo contacto com diversas palavras que até então me eram desconhecidas., fazendo questão de procurar descodificar o seu significado. Já em frente a uma televisão, sinto que a variedade linguística não é a maior, muito pelo contrário, tem tendência a utilizar uma linguagem vulgar.

Por outro lado, evoluindo de dia para dia, a tecnologia tem a vantagem de ser rápida e prática, facilitando o acesso à informação pretendida. Já a procura num livro torna-se mais demorada e complexa. Muito mais rapidamente encontramos o significado de uma palavra na Internet do que a procurar num dicionário palpável. Há quem diga que uma utilização excessiva dos meios tecnológicos desvia a nossa atenção da literatura.

Porém, através dos meios audiovisuais podemos facilmente tomar conhecimento e obter informações sobre um qualquer livro, despertando-nos assim o interesse em lê-lo e propagando a literacia. Disse o escritor argentino Alberto Menguel: “Somos o que lemos, mas também o que não lemos”, expressando a extrema importância da literatura para a nossa formação como pessoas. Mas também é importante relevar a oportunidade de ampliar conhecimentos que imagens, vídeos, e outros meios audiovisuais nos fornecem.

É tempo de alargarmos os nossos horizontes, de sermos receptivos em relação ao desenvolvimento e simultaneamente de preservarmos um hábito que já vem de há tantas gerações… A cultura tecnológica intensifica, amplia e sofistica as possibilidades expressivas da literatura, mas para isso é necessário nunca esquecer, e dar o devido valor, ao prazer que é ler um livro. Se assim não for, de que lado iremos ficar? Apoiar a literatura, manter viva a tradição, ignorando a evolução e o desenvolvimento da sociedade? Ou tomar partido pela inovação, esquecendo as origens da reflexão e do pensamento?

Catarina, 12º A
23 Outubro, 2009 21:30

24 outubro 2009

A literatura ainda pode ser polémica?


Carrega na imagem para ver vídeo
com declarações de José Saramago sobre Caim, o seu novo livro

 

A propósito do lançamento de Caim - duas opiniões muito distintas.

A.
"Saramago escreveu outro livro. O seu título é “Caim”, e Caim é um dos protagonistas principais. Outro é Deus, outro ainda é a humanidade nas suas diferentes expressões. Neste livro, tal como nos anteriores, “O Evangelho segundo Jesus Cristo”, por exemplo, o autor não recua diante de nada nem procura subterfúgios no momento de abordar o que, durante milénios, em todas as culturas e civilizações foi considerado intocável e não nomeável: a divindade e o conjunto de normas e preceitos que os homens estabelecem em torno a essa figura para exigir a si mesmos - ou talvez seria melhor dizer para exigir a outros- uma fé inquebrantável e absoluta, em que tudo se justifica, desde negar-se a si mesmo até à extenuação, ou morrer oferecido em sacrifício, ou matar em nome de Deus.
“Caim” não é um tratado de teologia, nem um ensaio, nem um ajuste de contas: é uma ficção em que Saramago põe à prova a sua capacidade narrativa ao contar, no seu peculiar estilo, uma história de que todos conhecemos a música e alguns fragmentos da letra. Pois bem, com a cabeça alta, que é como há que enfrentar o poder, sem medos nem respeitos excessivos, José Saramago escreveu um libro que não nos vai deixar indiferentes, que provocará nos leitores desconcerto e talvez alguma angústia, porém, amigos, a grande literatura está aí para cravar-se em nós como um punhal na barriga, não para nos adormecer como se estivéssemos num opiário e o mundo fosse pura fantasia. Este livro agarra-nos, digo-o porque o li, sacode-nos, faz-nos pensar: aposto que quando o terminardes, quando fizerdes o gesto de o fechar sobre os joelhos, olhareis o infinito, ou cada qual o seu próprio interior, soltareis um uff que vos sairá da alma, e então uma boa reflexão pessoal começará, a que mais tarde se seguirão conversas, discussões, posicionamentos e, em muitos casos, cartas dizendo que essas ideais andavam a pedir forma, que já era hora de que o escritor se pusesse ao trabalho, e graças lhe damos por fazê-lo com tão admiráveis resultados.
Este último romance de José Saramago, que não é muito extenso, nem poderia sê-lo porque necessitaríamos mais fôlego que o que temos para enfrentar-nos a ele, é literatura em estado puro."

Pilar del Río
B.
"Ainda não li Caim e por isso não falo de um livro que não conheço, mas vi e ouvi as declarações do autor: “O Deus da Bíblia não é de fiar: é vingativo e má pessoa.”
Saramago traçou dois objectivos ao lançar mais uma polémica: espetar mais um prego na crucificação da Igreja Católica e através da agressão suscitar o debate e vender a sua obra.
Saramago conseguiu juntar o útil ao agradável, mas houve uma variável que o consagrado Nobel da Literatura esqueceu. O plano de Saramago não é perfeito e o escritor pode ter caído numa cilada de Deus.
A má pessoa imaginária que Saramago persegue e teima em negar preparou uma vingança ao escritor e usou o velho Nobel para lançar o debate, não sobre Caim mas sobre a Bíblia, e trazer novos leitores para o livro escrito por um Deus que o escritor diz ser vingativo.
(...)
A estranha luta de Saramago com um Deus que não existe não é uma demência intelectual. É a revolta de um homem que desconhece que na sua procura por um divino que nunca descobriu foi encontrado por um Deus que o conhece e o ama profundamente.
Saramago é inteligente. Não perde tempo em conversas banais com o eurodeputado Mário David que apelou à sua renúncia da nacionalidade portuguesa. Não tem medo de afrontar a religião maioritária e de afirmar que já não há fogueiras para queimar os hereges. Mas quando fala de Deus e da Bíblia o verniz estala. Inquieta-se. Revolta-se. Sente-se perturbado. Quer vingança!
Ninguém inteligente luta com a fantasia alheia. Fazer um campanha contra alguém que não existe é uma perda de tempo e Saramago sabe que o tempo que lhe resta é pouco para ser esbanjado em palermices de religiosos.

Saramago tem razão! Mas não tem fé! E a razão sem fé é como a justiça cega.
O que inquieta Saramago é a sua lógica contraditória. Como é que um Deus que só existe na cabeça das pessoas as influencia tanto?
(...)
A estratégia fracassada de Saramago transformou-o no maior publicitário português da Bíblia. Mesmo que Deus não exista ele conseguiu fazer o que muitos pregadores tentaram mas raramente conseguiram, trazer os desiludidos com a religião de volta às Escrituras.
Obrigado Saramago."

João Pedro Martins, em


21 outubro 2009

Literatura versus Tecnologia ou Meios Audiovisuais

Nos dias de hoje, a literatura é compatível com a tecnologia. Este tema tem originado muita controvérsia, é ambíguo e necessita de um cuidado especial para ser tratado. A importância da literatura e da tecnologia para a sociedade e sua compatibilidade farão parte do assunto deste texto.

A literatura serve como ferramenta ou utensílio para combater a iliteracia e é um instrumento de cultura indiscutível. O problema é que, como dizia Carlos de Andrade: "A leitura é uma fonte inesgotável de prazer mas por incrível que pareça, a quase totalidade, não sente esta sede. " Por vezes as pessoas entretêm-se com passatempos fáceis, denominadamente, alguns que os meios audiovisuais oferecem, como concursos e outros programas televisivos muito básicos, ou diálogos (?) sem sentido em redes sociais de 600 amigos, com quem se fala de tudo superficialmente e de coisa nenhuma em profundidade. (1)
Mas a tecnologia também tem os seus convenientes, entre os quais, a aprendizagem de indivíduos invisuais graças às várias edições de livros possíveis com a tecnologia. É um exemplo de compatibilidade, pois os livros ficam disponíveis a um grande número de pessoas.

Com o avanço da ciência e da tecnologia, será que esta compatibilidade estará ameaçada? Não estará este avanço tecnológico a empobrecer a nossa cultura e educação? Ninguém pode negar que, sem a tecnologia e os meios audiovisuais, a literatura perdia também uma forma de ser divulgada. Por exemplo, a divulgação dos prémios nobel da literatura para o mundo deve-se à televisão. É mais um elemento a favor da compatibilidade entre a literatura e os meios audiovisuais.

José, 12º A
21 Outubro, 2009 23:17

(1) Foram acrescentados dois exemplos, porque no exame terão de ter isso em conta.

Literatura e Tecnologia


Fotos: Alexander e Eda, 10º A. Biblioteca M. Torres Vedras. 20 Out.09


Literatura e tecnologia
- compatíveis e compensatórias -
Em pleno século XXI acredito, e quero continuar a acreditar, que os livros e os meios audiovisuais são indiscutivelmente compatíveis.Os livros acompanham-nos desde sempre, são uma base essencial ao ser humano sem a qual já não viveríamos pois ajudam-nos a pensar e a ter espírito crítico. A tecnologia, por sua vez, assume um papel de suporte importante, ao estimular os interesses pessoais e necessidades de cada um, sendo portanto complementar da literatura.
Nos últimos tempos, o futuro da literatura parece preocupar-nos, pelo menos àqueles que, como eu, não dispensam o livro na mesa de cabeceira, ou na mala para sempre que se tem um tempinho livre. Assim, alguns consideram o mundo actual, repleto de novas tecnologias que avançam do dia para a noite, incompatível com a cultura escrita, por considerarem esta mais complexa.


Outros, mais progressistas, acham que um livro em suporte digital é muito mais apelativo, pois para além do seu acesso ser fácil e rápido, têm em conta o facto de poderem carregar verdadeiras bibliotecas com apenas um computador. Por um lado, o mundo por imagens dá-nos uma visão mais próxima da realidade, por outro, a reflexão que propicia a leitura individual e silenciosa de um livro está a ser substituída por uma cultura mais dispersa e superficial transmitida pelos meios audiovisuais.

A literatura está entre nós há muitos séculos, mas antes de existir em livro impresso como o que nos é dado a conhecer hoje, havia em manuscrito. O livro electrónico de agora imita o formato do livro impresso, do mesmo modo que este antes herdara diversas características do livro manuscrito. Embora admitindo que existam alguns documentos, como revistas científicas às quais teríamos dificuldades de acesso se não fossem as tecnologias como a internet, é do senso comum a necessidade e funcionalidade da escrita para objectivar o conhecimento teórico-prático, incluindo aquele a que acedemos através desses meios tecnológicos de divulgação.


Posto isto, defendo a compatibilidade da literatura e da tecnologia e considero esta última um reforço da primeira, de modo a alargar os horizontes do leitor. O suporte escrito nunca deve acabar e a tecnologia deve continuar a avançar para que hoje e amanhã a leitura continue a fazer parte do nosso dia-a-dia.

Laura Caetano nº1412ºC
19 Outubro, 2009 22:31

17 outubro 2009

Leitura em dia








Clica sobre as imagens, para aceder ao respectivo jornal.
Claro que não tem tanto "charme" quanto sentar a ler o jornal em papel, mas permite estar informado.

Agora não têm desculpa!

14 outubro 2009

Leitura v/s Internet?







Mais alguma informação para ajudar a uma reflexão mais completa sobre o tema do debate.

It's about reading (ver)

Zero some or more and more? (ver conferência da Prof. Wendy Griswold )


Nota: Os cartoons não estão só para "encher". Traduzem ideias sobre as questões do debate. Discutam o seu significado!

12 outubro 2009

Prémios Nobel

Decorreram na passada semana as atribuições dos PRÉMIOS NOBEL para as várias áres do conhecimento.

Saber mais sobre o PRÉMIO NOBEL:


DA LITERATURA (entrevista com Herta Müller, escritora nascida na Roménia e naturalizada alemã, que se destaca em áreas como o romance, a poesia e os ensaios.)


DA QUÍMICA (O geneticista Carolino Monteiro explicou à Antena 1, o alcance dos trabalhos realizados pelos cientistas vencedores na investigação sobre o ribossoma)




DA PAZ (Notícia da atribuição da prémio ao Presidente Obama e recepção controversa dessa escolha)




Imagem em: oglobo.globo.com

29 setembro 2009

A crítica

A escrita de Ricardo Araújo Pereira (ver entrevista) é, por vezes, desvalorizada pela maioria de nós. O leitor tende a considerá-la como uma divertida crónica da sociedade e dos seus costumes, mas chega a desprezar o que o humorista transmite nas “entrelinhas”. De carácter crítico, como é já habitual nos seus textos, Ricardo Araújo Pereira domina na perfeição a ironia nesta crónica, a qual nos leva a ver a realidade incrédula em que vivemos.

Este texto contesta o procedimento minucioso, elaborado pela Direcção Geral de Saúde sobre como se deve lavar as mãos, de modo a evitar o contágio do vírus da Gripe A. Não que o autor esteja a criticar esta iniciativa, mas sim o modo como está estruturada: obriga os cidadãos a lerem alguns dos passos por duas vezes, ora por serem tão óbvios que são inacreditáveis, tal como molhe as mãos com água”, ora tão complexos que não os conseguimos executar apenas com uma leitura, por exemplo “parte de trás dos dedos nas palmas opostas com os dedos entrelaçados”. Critica-se assim, a inutilidade deste processo.

Mas, que mais poderíamos fazer para nos protegermos da gripe A? Se não fossem tomadas quaisquer medidas, criticaríamos. Assim fazemos o mesmo. Não será porque há, de facto, pouco a fazer?

12ºC Ana Gomes, Bruno Vale, Catarina Custódio, David Santos, Filipa Antunes
27 Setembro, 2009 18:45

Esmiuçando - Opinião


Esmiuçando um assunto da actualidade, relacionando conceitos com espírito crítico assente num grande sentido de humor, Ricardo Araújo Pereira recorre à ironia para evidenciar o exacerbo e a ignorância presentes ao longo de doze passos que descrevem um tão simples - ou complicado? - gesto de lavar as mãos.

Sugerindo uma intensa complexidade nas várias manobras de execução, este processo descrito no folheto acaba por pôr em causa a sua finalidade.

Agora que o povo tem à sua disposição os ensinamentos de como lavar as mãos, o país andará para a frente ou vai continuar a lavar as mãos para ver se não deixa rasto da corrupção que se vive, conforme nos ensinam os tão preciosos cuidados de higiene? Se calhar esta é a verdadeira questão, embora também percebamos que a opinião pública pressiona o governo, tanto criticando quando são tomadas decisões como acusando-o de não intervir.

12ºC José Cruz, Laura Caetano, Pedro Miranda e Raquel Bento
26 Setembro, 2009 18:05

Crédito das imagens:
pensamentonosso.blogspot.com e
mamamia.wordpress.com

$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$

Opinião - a Crónica de RAP


A crónica de Ricardo Araújo Pereira cuja ideia principal é comentar o recente panfleto da Direcção-Geral de Saúde intitulado: "Como lavar as mãos?" é por vezes vista como demasiado ousada, devido a ser criticada a preocupação das autoridades numa altura de pandemia (a Gripe A).

Ao ler esta crónica é possível que se pense que o cronista é um cómico de mau gosto ao gozar com um assunto tão sério, mas se se observar com mais atenção a forma como ele critica, facilmente se percebe que não faz nenhuma tentativa de minimizar a pandemia nem a atitude da parte do governo, antes satiriza o exagero e a complexidade desnecessária a uma simples explicação de como lavar as mãos.

No último parágrafo o autor ridiculariza todo o texto, dizendo que depois de efectuar o processo descrito no panfleto (os 11 passos de como lavar as mãos) a pessoa irá abrir a porta da casa de banho e terá que repetir todo o processo.


João Félix-João Francisco Bastos-Miguel Machado
26 Setembro, 2009 14:01


Agora a sério: Ver vídeo COMO LAVAR AS MÃOS (com imagens é mais fácil ...)

27 setembro 2009

Contrato de Leitura









LIVROS SÃO PAPÉIS PINTADOS COM TINTA
- Vivem porque/quando nós os lemos -
Está na Hora de começar a pensar nas nossas Leituras.


Conforme combinado, aqui deixo a Lista de Leituras com os livros recomendados para leitura autónoma.
Já sabem que podem escolher outros livros dos autores incluídos na lista, ou livros sobre temas/problemas de interesse para abordar e debater, dentro do espírito do programa e da lista do ME.


Sítios para procurar sugestões:

ARTE de LER - Blog dedicado à apreciação e comentário de livros, para todos os gostos. Será uma forma de contactarmos não só com os livros mas com os modos - muitos - possíveis de falar dos livros e de partilhar leituras.
ATENÇÃO: inclui links para as editoras portuguesas e para outros blogs dedicados à crítica e divulgação de livros.

PORTAL DA LITERATURA - sobre literatura portuguesa; inclui informações sobre: autores, títulos; frases/pensamentos famosos, provérbios...


ESTANTE DE LIVROS - Blog que inclui comentários/opiniões sobre livros. Tem acesso livre e será uma possibilidade para a publicação dos vossos textos de opinião sobre livros/leituras.

***************

24 setembro 2009

Temas e preocupações


Quais são os nossos medos?
- Perder as pessoas que mais amamos



As nossas dúvidas?
- A nossa vocação e futuro profissional
- A morte


As nossas esperanças?
- Ter sucesso pessoal, escolar e profissional


A forma como vemos os outros?
- Com base nas atitudes que os outros têm

O modo como estamos no mundo?
- Despreocupados

David Santos nº6Emanuel Franco nº8Fábio Ramos nº9Filipa Antunes nº10
19 Setembro, 2009 20:07

Para saber mais, consulta os comentários do "post" anterior.

17 setembro 2009

Bom 2009-2010 !


2009 Ano Internacional da Astronomia

Ao 12º C
Espero que este ano possa vir a ter o brilho das estrelas no firmamento da vossa vida e que este espaço possa ser interessante e útil para o vosso trabalho, a Português.
A qualidade da vossa participação será, naturalmente, uma peça-chave para o sucesso que possa ter.


Como não temos tempo a perder, aqui ficam as sugestões (eufemismo para trabalho que deve/tem de ser feito):

  • Consultar no GAVE os cenários de resposta da Prova 639 (2ª fase).

  • Ler a Crónica de RAP que aqui reproduzo. Tomem notas, pensem no assunto, preparem-se para apoiar ou criticar, na 2ª feira. Ou enviem desde já os vossos comentários!






Nunca é tarde para aprender a lavar as mãos

A tão negligenciada literatura de casa de banho acaba de obter o significativo patrocínio do Estado. O recente panfleto que a Direcção-Geral de Saúde espalhou por todas as casas de banho públicas do País é, antes de tudo, inquietante - como toda a boa literatura deve ser. Intitulado "Como lavar as mãos?", o texto começa por ser magistral no modo como manipula a arrogância do leitor para, em primeiro lugar, provocar o riso. Um riso que depressa se torna amargo: em poucos segundos, o mesmo leitor que intimamente escarneceu da intenção de quem se propunha ensinar-lhe insignificâncias é tomado pelo assombro de verificar que nunca, em toda a vida, teve as mãos verdadeiramente lavadas. O panfleto apresenta um plano de lavagem das mãos em 12 (doze) passos, incluindo manobras de esterilização com as quais o cidadão médio jamais terá sonhado. Não haja dúvidas: estamos perante um compêndio da higiene manual e digital, uma bíblia da desinfecção do carpo e metacarpo. Este detalhado e rigoroso guia não deixa nem uma falangeta por purificar. Mas - e isto é que é terrível -, ao mesmo tempo que o faz, esfrega-nos na cara a nossa imundície passada e presente.


Ao primeiro passo da boa lavagem de mãos é atribuído, misteriosamente, o número zero: "Molhe as mãos com água." Trata-se, é claro, de um momento propedêutico em relação à lavagem propriamente dita, mas não deixa de ser surpreendente que a Direcção-Geral de Saúde não lhe reconheça dignidade suficiente para lhe atribuir um número natural. O passo número um vem então a ser o seguinte: "Aplique sabão para cobrir todas as superfícies das mãos." É aqui que começa a vergonha. Quem sempre ensaboou não deixará de sentir a humilhação de nunca ter aplicado sabão. A instrução encontra na linguística um cruel elemento diferenciador do grau de asseio: quem sabe lavar-se aplica sabão; os porcos ensaboam-se. Porcos esses que, como é óbvio, olham pela primeira vez para as mãos como extremidades dotadas de uma pluralidade de superfícies.


No passo número dois ("Esfregue as palmas das mãos, uma na outra", recomendação acompanhada de um desenho em que duas mãos se esfregam em movimentos circulares contrários ao movimento dos ponteiros do relógio), quem sempre esfregou no sentido inverso, como é o meu caso, sente que desperdiçou uma vida inteira de higiene pessoal. Os passos seguintes fazem o mesmo, embora em menor grau: em terceiro lugar há que "esfregar a palma da mão direita no dorso da esquerda, com os dedos entrelaçados, e vice-versa"; o quarto passo apela a que se esfregue "palma com palma com os dedos entrelaçados"; e o quinto passo aconselha uma fricção da "parte de trás dos dedos nas palmas opostas com os dedos entrelaçados". Bem ou mal, com os dedos mais ou menos entrelaçados, estes passos descrevem esfregas que estão ao alcance da imaginação de qualquer pessoa. A partir daqui, o caso piora de novo. O passo seis determina que se "esfregue o polegar esquerdo em sentido rotativo, entrelaçado na palma direita e vice-versa", em movimentos semelhantes aos que se fazem quando se acelera numa motorizada, e o passo sete recomenda que se "esfregue rotativamente para trás e para a frente os dedos da mão direita na palma da mão esquerda e vice-versa". O cuidado posto nestes preceitos amesquinha quem até aqui se limitava a esfregar as mãos uma na outra, descurando, por exemplo, o papel que os dedos devem desempenhar, e logo rotativamente, na higiene.


Enxaguar as mãos é o passo oito. Secar as mãos com toalhete descartável, o passo nove. Mas o passo dez volta a revelar que o processo é complexo: "Utilize o toalhete para fechar a torneira, se esta for de comando manual." A torneira deve, por isso, continuar a correr durante todo o passo nove, provavelmente para prevenir eventuais emergências de enxaguamento, sendo fechada apenas no passo dez. O décimo primeiro passo é o mais interessante: "Agora as suas mãos estão limpas e seguras." A contemplação da limpeza e segurança das mãos constitui, portanto, um passo autónomo neste processo de lavagem manual. No fim da lavagem, falta apenas, com as mãos impecavelmente limpas (e seguras), sair da casa de banho abrindo a porta em que toda a gente mexeu. E, creio, voltar atrás para repetir o processo.


Ricardo Araújo Pereira, VISÃO, 20 de Agosto de 2009 Consultar a VISÃO online (tem mais crónicas e bons artigos para reflectir).


A imagem que ilustra o Ano Internacional da Astronomia foi retirada no blog
astromia-algarve.blogspot.com

06 julho 2009

Parabéns!


Parabéns ao 12º A!
Também muitos parabéns para as duas Joanas corajosas do 12º PTG!
Portaram-se como uns valentes, no exame de Português. Estou muito contente convosco.

Média dos Resultados Globais dos 24 alunos da Turma 12ºA que foram admitidos a exame a Português:

3º Período - 12,3
CIF - 12,4

Exame - 11,8
CFD - 12,3

(Não é engano; foi mesmo assim...)


Boa sorte para quem for à 2ª fase a Matemática.

Quem já estiver mais livre, aproveite!


E, não se esqueçam - agora há mais tempo para ler:

Consultem alguns sítios úteis(sugestões, entrevistas, divulgação de títulos e autores):
Livros no SAPO
Revista LER
Portal da Literatura
Edições Cotovia


BIBLIOTECA NACIONAL
CASA FERNANDO PESSOA (blogue da Casa Fernando Pessoa com notícias de poesia e literatura.)

05 julho 2009

Memórias


Agora que estão quase a ir de férias, relembro alguns momentos deste ano lectivo, publicando fotografias vossas que entretanto haviam ficado esquecidas.
Mais tarde, lembrar-se-ão, tenho a certeza, da vossa passagem pela Henriques Nogueira. E terão um sorriso amável ao olhar para estas imagens.

Discurso Directo - Maratona da Leitura - 18 de Maio

12º TPG


Henriques Online - 15 de Janeiro de 2009 - Dia do Patrono

Último trabalho do 12º H
publicação de textos críticos e reportagens



Quem for à segunda chamada e precisar de alguma coisa, não hesite.

Para quem ficar despachado - Boas férias e excelentes escolhas!

N.S.

13 junho 2009

2009 - ano europeu da criatividade e inovação

A propósito do tema discutido no encontro, deixo sugestão para reflectir/treinar; ou, já que acharam graça ao conceito, para alargar a vossa "enciclopédia"

Criatividade e inovação
Os termos “criatividade” e “inovação” evocam em primeiro lugar a imagem de artistas e empreendedores tal como os conhecemos: pessoas individuais, ou agindo enquadradas por instituições, que criam, inventam, buscam, inovam, empreendem, e disso fazem, ou desejam fazer, carreira.

Contudo, as tecnologias de informação e a Internet vieram mudar alguma coisa no enquadramento das almas criativas e inovadoras. Desde logo, por causa do acesso facilitado a meios de produção que A.I. (Antes da Informática) estavam reservados a quem conseguisse passar os diferentes crivos e obstáculos concebidos para afunilar o acesso a meios escassos, com o objectivo, em princípio teórico, de o permitir apenas aos melhores dos melhores. A facilidade do acesso a tecnologias poderosíssimas de desenho, escrita, som e recombinação de elementos estilhaçou essas barreiras, tornando-as contra-natura. Diversas indústrias culturais — da música ao jornalismo — sentiram já da pior maneira os efeitos dessa onda democratizadora do acesso a instrumentos de produção de bens enquadráveis nas suas actividades.
A somar às tecnologias de produção digital a custo residual, a web social trouxe mais duas novidades: o acesso instantâneo, gratuito e sem barreiras artificiais a um mercado global antes acessível exclusivamente a corporações multinacionais que realizassem tremendos investimentos em tempo e dinheiro, e a distribuição reticular e viral, onde cada “consumidor” se torna num redistribuidor mais ou menos entusiasmado do bem. Este súbito e extraordinário empowerment tem, contudo, consequências ainda mais profundas que o impacto em indústrias montadas em cima da propriedade, não poucas vezes monopolista, de meios de produção e de distribuição.

É ao nível do cidadão “comum” que este poder tem mais significado. Desde logo porque este não tinha nenhum tipo de acesso anteriormente nem aos meios de produção necessários à corporização ou consubstanciação de uma ideia, nem à montra, ou circuito de distribuição, que lhe permite verificar o valor da sua ideia no mercado, isto é, junto dos outros.

[Convém, no entanto, realçar que] não basta o acesso aos utensílios para qualquer pessoa acrescentar valor a uma ideia ou inovar. A distribuição maciça de pincéis e telas certamente que não tornaria, de per si, todo e cada cidadão num pintor de nomeada, mas abriria portas à revelação dos talentos de diverso grau que não se exprimem por falta de meios.


(Texto adaptado)
ATENÇÃO: Há um concurso europeu de criatividade e inovação. Podem ver condições e candidatar-se a IDEIAS CRIATIVAS em http://criar2009.gov.pt/

05 junho 2009

Teatro


A peça de teatro "Memorial do Convento" representada pela companhia de teatro “Casa dos Afectos” no dia 14 de Abril, no Teatro-Cine de Torres Vedras, foi uma peça muito interessante. As partes do romance que a companhia mais retratou foram as cenas de Blimunda e de Baltazar na construção da passarola porque eram das cenas mais fáceis de retratar no teatro porque aparecem menos pessoas e o cenário não é tão difícil.

A companhia deu pouca importância à parte da construção do Convento pois era uma cena muito difícil de retratar porque tinha um cenário muito complicado de arranjar e era preciso muitas personagens para representar essa cena. As personagens a quem foi dado mais destaque foram a de Blimunda e a de Baltazar; a personagem do Rei foi muito exagerada pela forma como foi representada, pois na obra José Saramago não deu à personagem uma figura tão patética e no teatro elesexageram na forma de o representar.

Os elementos cénicos foram um pouco pobres embora percebamos que seja difícil fazer melhor. O andaime foi uma solução engenhosa, que dá para percebermos bem a ideia. As cenas estavam bem encadeadas embora não estivessem todas seguidas, pois faltavam algumas cenas muito importantes da obra.

Com tudo isto, consideramos que o espectáculo teve um balanço positivo e esperamos que continuem a representar a peça cada vez melhor.

Trabalho realizado por: Fábio Rodrigues Nº.5 12ºHJosé Abreu Nº.6
Turma - 12º.H (Tecnológico de Electricidade)
03 Junho, 2009 09:35

Apreciação crítica


Crítica sobre a peça Memorial do Convento

(com base nos itens do guião)


Nome da companhia de teatro e do encenador – Casa dos Afectos, João Nunes Esteves.

Estrutura da peça
- Em quadros, de acordo com as passagens escolhidas.

Elementos cénicos mais relevantes
- Puzzle, retroprojector a inserir imagem da passarola de padre Bartolomeu Lourenço, e a imagem do Convento de Mafra, o andaime e um lençol branco a designar uma cama.

Outros elementos e adereços – garrafas, cadeira, quadro, pano da cama, pano vermelho e as imagens de fundo.

Personagens mais destacadas e cenas/episódios seleccionados
– Baltazar, Blimunda, Padre Bartolomeu e o Rei D. João. Baltazar, Blimunda e o Padre Bartolomeu, na cena em que a passarola vai voar com eles lá dentro. E a cena do rei a montar o puzzle do convento de Mafra.

Cena mais marcante; razão da escolha
– Cena em que Blimunda vê o interior das pessoas e a explicação dela a Baltazar, quando lhe prova e lhe dá a certeza que nunca o olhará por dentro, porque ela o ama e era incapaz de o fazer.

Fidelidade e/ou afastamento entre a peça e o romance
– A opinião é que se afastaram um pouco do Romance ao adaptarem para a peça porque falaram pouco da construção do convento. Mas compreendemos a dificuldade deles em adaptar o Memorial a peça de teatro, pela extensão do romance e porque tem muitas cens difíceis de reconstituir em teatro.

Opinião sobre a peça
– A peça é feita a partir de um romance que, baseado em factos históricos, traduz a forma de viver e os costumes de uma época. Achamos que estava bem representada. Só o cenário é que podia estar mais "decorado", mas deu para perceber muito melhor a História e é uma mais valia para os alunos que ainda não leram o livro.

Interesses/Relevância para o estudo do romance
– Achamos que ao vermos a peça de teatro, mesmo reduzida e com muitos cenas do livro que não foram lá postas ou não têm o mesmo destaque, vai-nos incentivar a ler o livro e percebê-lo melhor. Também podemos afirmar que José Saramago foi um grande escritor, como vemos nesta adaptação teatral.

Trabalho realizado por:
Turma - 12º H
Micael Alfaiate nº8
Marco Esteves nº7
José Abreu nº6
David Silva nº3

03 Junho, 2009 09:07

01 junho 2009

Reportagem do 12º H no Museu




18 Maio 2009 – 10h00
Quando entrámos no Museu Municipal de Torres Vedras deparámo-nos com uma tal multidão de “pequenos estudantes”envolvidos em certas actividades muito interessantes que ficámos muito interessados em descobrir o que realmente eram. Mas estávamos a dirigir-nos primeiro à sala das duas coluna, para vermos e ouvirmos a “Leitura gestual de poesia”, “A Bela Infanta” – Poesia medieval Portuguesa, “Humor de duende” e três estrofes em percussão (adaptado dos Stromp). Esta pequena apresentação estava a ser desenvolvida por os alunos do 9º ano do curso de Acção Social, com a ajuda de várias professoras dessa turma e o conjunto das actividades foi sempre apoiado pelos alunos do Profissional Técnico de Secretariado (PTS) da escola Secundária c/ 3º ciclo de Henriques Nogueira – Torres Vedras, coordenada pala professora Sandra Gigante. Depois fomos a outra sala onde estava a decorrer uma palestra sobre a poesia, com alunos a partilharem vários trabalhos.
No claustro, onde estavam a ser realizadas várias actividades com crianças, ficámos o resto do tempo, pois essas actividades estavam a ser feitas cada uma na sua bancada. Ao todo havia seis bancadas, as quais estavam divididas de acordo com os suportes e os tipos de alfabeto. Na primeira bancada que vimos estavam dois portáteis com crianças a escrever no Microsoft Word e logo ao lado outra com duas máquinas de escrever das antigas para as crianças poderem ver qual era a diferença entre elas; noutra bancada estava o Prof. Dr. Carlos Guardado a ensinar as crianças a escrever árabe, e também havia uma outra bancada com uma professora a explicar aos alunos como se escrevia com canetas de aparo; logo de seguida tínhamos a bancada onde uma aluna do 10º PTS e uma técnica do Museu estavam a ensinar a escrever com penas que se mergulhava em tinta, e por fim, na última bancada que visitámos, estava uma senhora a preparar umas pequenas peças de barro - a imitar as antigas placas de argila que se usavam há milhares de anos - para que os mais pequenos pudessem escrever nelas hieroglífos egipcios e as levassem para recordação. Estava tudo muito bem organizado por alguns alunos e professores da escola Henriques Nogueira, coordenados pela nossa professora de Português e pela directora dos serviços educativos do Museu Leonel Trindade.

Trabalho elaborado por:-Diogo Carvalho Nº 4-Rafael Nascimento Nº 9-Telmo Félix Nº 11-Tiago Domingos Nº 12
01 Junho, 2009 11:52

18 de Maio no Museu (reportagem)


No dia 18 de Maio realizou-se nas instalações do Convento da Graça a “Maratona da Leitura”, onde estiveram presentes 466 alunos e 40 professores, de várias escolas e instituições de Torres Vedras. Esta maratona foi realizada por professores e alunos da escola Henriques Nogueira com o apoio da equipa técnica do Museu, e teve como objectivo dar a conhecer aos visitantes: a história da evolução da escrita desde 4000 a.C. até ao século XXI; a poesia, o teatro, a poesia gestual e também uma pequena amostra dos batimentos do ritmo ao jeito dos“Stumps".



Nos claustros os visitantes conheciam a história da escrita. A escrita começa por volta de 4000 a.C. em que os SUMÉRIOS desenvolveram a escrita em forma de cunha e escreviam em placas de barro; quase na mesma época os EGÍPCIOS ANTIGOS também desenvolveram a escrita formada por desenhos e símbolos, que faziam nas paredes das suas pirâmides, durante séculos de difícil compreensão para os estudiosos. Na ANTIGA ROMA usava-se o ALFABETO ROMANO que derivou do alfabeto sumério e era constituído só por letras maiúsculas; para escrever utilizavam hastes de bambu ou penas de aves. No século XIII um monge inglês criou outro estilo de alfabeto um pouco complexo, mas alguns eruditos Italianos incomodados com este estilo complexo criaram outro estilo, o que nos dias de hoje nós denominamos o itálico. Ao longo do tempo a escrita foi sofrendo modificações em todos os povos conforme as suas necessidades e veio até aos dias de hoje.

Nesta MARATONA DA LEITURA havia vários ateliês onde nós podíamos escrever todos estes tipos de escrita e em diferentes suportes, desde a argila ao computador.








Trabalho realizado Por: Fábio Rodrigues Nº5. 12ºH
01 Junho, 2009 12:02